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	<title>Ariane Fonseca - Jornalismo, Notícias e Opinião &#187; De olho na mídia</title>
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	<description>Artigos sobre jornalismo, atuação da mídia, notícias e opinião</description>
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		<title>7 de junho: Dia Nacional da Liberdade de Imprensa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 11:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[* Imagem da campanha da ANJ (Associação Nacional dos Jornais) para o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, em 2009 Segundo a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), o Brasil tem cerca de 80 mil profissionais da informação. Para exercer bem o seu trabalho, o repórter precisa, no mínimo, de liberdade para fazer suas matérias. A [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>* Imagem da campanha da ANJ (Associação Nacional dos Jornais) para o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, em 2009</em></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), o Brasil tem cerca de 80 mil profissionais da informação. Para exercer bem o seu trabalho, o repórter precisa, no mínimo, de liberdade para fazer suas matérias. A chamada liberdade de imprensa é o direito dos jornalistas de fazer circular livremente as notícias. É um pressuposto para a democracia. O contrário dela é a censura, própria dos governos ditatoriais, mas que, às vezes, acaba ressurgindo, mesmo nos governos ditos democráticos. O que é o caso do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse dia não temos muito o que comemorar. Em 2009, a Fenaj lançou um relatório, intitulado “Violência e liberdade de imprensa no Brasil”, que revela que o jornalismo e os jornalistas ainda sofrem em consequência dos desmandos cometidos, da violência e da falta de compreensão do significado de uma imprensa livre, regulamentada em bases democráticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1557"></span>De acordo com o levantamento, 40% dos casos de violência aos repórteres brasileiros é composta de agressões físicas e verbais, sendo que 4% resultam em assassinato. Os estados que apresentam maior grau de violência, ainda conforme o relatório, são São Paulo e Pará, o que faz com que o sudeste e o nordeste brasileiro sejam considerados as regiões mais violentas para jornalistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fenaj.org.br/federacao/comhumanos/relatorio_fenaj_2009.pdf" target="_blank"><strong>:: Leia na íntegra o relatório da Fenaj</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ranking da liberdade de imprensa no mundo<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MAIS LIBERDADE</strong><br />
1º Dinamarca<br />
- Finlândia<br />
- Irlanda<br />
- Noruega<br />
- Suécia<br />
6º Estônia<br />
7º Holanda<br />
- Suíça<br />
9º Islândia<br />
10º Lituânia<br />
71º BRASIL</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MENOS LIBERDADE</strong><br />
175º Eritreia<br />
174º Coreia do Norte<br />
173º Turcomenistão<br />
172º Irã<br />
171º Mianmar<br />
170º Cuba<br />
169º Laos<br />
168º China<br />
167º Iêmen<br />
166º Vietnã</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Repórteres Sem Fronteiras</p>


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		<title>Decifrando o &#8216;econômes&#8217;</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/decifrando-o-economes</link>
		<comments>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/decifrando-o-economes#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 10:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Econômico]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Balança comercial, bolsa de valores, commodity, índice Dow Jones&#8230; Todas essas palavras são muito comum na área da Economia, mas soam como palavrões para a maioria da população que não se interessa pelo assunto (poderia gostar se os repórteres de Jornalismo Econômico abordassem o assunto de forma mais fácil).</p>
<p style="text-align: justify;">O Jornalismo Econômico é uma atividade jornalística centrada na cobertura e debate de temas que dizem respeito à economia, negócios e finanças. A área tem uma tradição no Brasil desde a ditadura militar. Após a abertura política, o jornalismo econômico se expandiu rapidamente e, pela demanda, surgiram os cadernos especiais nos jornais para abordar o tema. O problema é que, na maioria dos casos, a imprensa cobre a economia apenas para quem já sabe do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">No livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?sid=0128145421243027841565632&amp;nitem=698037" target="_blank"><strong>“Manual do Radiojornalismo”</strong></a> (2001), Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima trazem uma lista de termos comuns na cobertura desta área, que deveriam ser explicados pelos jornalistas para um melhor entendimento por parte do público.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1418"></span>Segue abaixo algumas das palavras mais comuns no cenário econômico:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Ação:</strong> documento que indica se uma pessoa é proprietária de certa fração dos bens de uma empresa;</li>
<li><strong>Ação ordinária:</strong> dá o direito ao proprietário deste papel eleger a diretoria (conselho) da empresa que faz parte. Na distribuição de dividendos, só recebem os lucros depois que os proprietários de ações preferenciais tiverem recebido o seu percentual fixo;</li>
<li><strong>Ação preferencial:</strong> o proprietário deste papel tem o direito de receber um percentual fixo dos lucros, antes de distribuídos os dividendos da empresa. No entanto, não possui direito de voto na eleição da diretoria;</li>
<li><strong>Amortização:</strong> processo de pagamento de empréstimo por meio de reduções programadas do total inicialmente emprestado;</li>
<li><strong>Âncora cambial:</strong> Jargão utilizado para designar a política econômica que visa atrelar a moeda nacional a uma moeda estrangeira forte, buscando com isso a estabilização do valor da moeda nacional;</li>
<li><strong>Andar de lado:</strong> mercado fraco, sem tendência definida, estagnado;</li>
<li><strong>Ativo: </strong>bens, direitos e valores pertencentes a uma empresa ou pessoa. Por exemplo: imóveis, dinheiro aplicado, ações, jóias&#8230;</li>
<li><strong>Bacen:</strong> sigla para o Banco Central do Brasil. O Bacen é um órgão federal que atua como banqueiro do governo, responsável por gerir o sistema financeiro do país. Entre suas principais funções estão a emissão de moeda (o Real) e o financiamento da dívida pública;</li>
<li><strong>Balança comercial:</strong> é a conta do balanço de pagamentos de um país. O saldo da balança comercial é a diferença entre o volume de exportações e o volume de importações de produtos e serviços realizados pelo país em determinado período. Quando o valor das exportações supera o das importações, dizemos que há superávit comercial. No caso contrário, temos um déficit comercial;</li>
<li><strong>Bens de capital (ou produção):</strong> são os bens que servem para a produção de outros bens, como máquinas, equipamentos, material de transporte e construção;</li>
<li><strong>BID:</strong> sigla para Banco Interamericano de Desenvolvimento, órgão internacional de ajuda países subdesenvolvidos e em desenvolvimento na América Latina;</li>
<li><strong>Bird:</strong> órgão internacional de ajuda a países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, também conhecido como Banco Mundial;</li>
<li><strong>Blue-chips:</strong> termo utilizado nas bolsas de valores para designar as ações mais negociadas, as mais valorizadas pelo público;</li>
<li><strong>Bolsa de valores:</strong> instituição em que se negociam títulos e ações. As bolsas de valores são importantes nas economias de mercado por permitirem  a canalização rápida das poupanças para sua transformação em investimentos. E constituem, para os investidores, um meio prático de jogar lucrativamente com a compra e venda de títulos e ações, escolhendo os momentos adequados de baixa ou de alta nas cotações. A maior bolsa de valores do mundo é a de Nova Iorque;</li>
<li><strong>Câmara de compensação: </strong>organização que reúne vários bancos de uma localidade com o objetivo de liquidar débitos entre eles, compensando todos os cheques emitidos contra cada um de seus membros, mas apresentados para cobrança em qualquer um dos outros;</li>
<li><strong>Capital:</strong> é a soma de todos os recursos, bens e valores mobilizados para a constituição de uma empresa;</li>
<li><strong>Capital especulativo:</strong> diz-se do capital cujo objetivo é unicamente obter vantagens de uma determinada situação, não trazendo benefícios para a economia ou setor no qual se acha investido;</li>
<li><strong>Capital de giro:</strong> capital utilizado pela empresa para financiar sua produção, vendas e estoque;</li>
<li><strong>Capital de risco:</strong> capital investido em atividades em que existe a possibilidade de perdas;</li>
<li><strong>Cartel: </strong>acordo entre empresas independentes para atuação coordenada no sentido de restringir a concorrência e aumentar os preços;</li>
<li><strong>Commodity: </strong>nas relações comerciais internacionais, o termo designa um tipo particular de mercadoria em estado bruto ou produto primário de importância comercial, como é o caso do café, algodão, estanho, cobre, entre outros;</li>
<li><strong>Copom:</strong> sigla do Conselho de Política Monetária, órgão governamental encarregado de formular a política monetária do país;</li>
<li><strong>Crack: </strong>ocorre quando as cotações das ações declinam velozmente para níveis extremamente baixos;</li>
<li><strong>Dívida externa:</strong> somatório dos débitos de um país, garantidos pelo seu governo, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos com residentes no exterior;</li>
<li><strong>Dólar comercial: </strong>estabelece o parâmetro para as operações oficiais de compra e venda de moeda no comércio exterior, geradas pelos seguintes tipos de negócio: exportação, importação, emissão de passagens aéreas e marítimas, bônus e comercial papper. A cotação é expressa em reais ou dólares;</li>
<li><strong>Dólar paralelo:</strong> estabelece o parâmetro para operações de compra e venda de moeda adquirida fora dos meios oficiais, ou seja, por meio dos doleiros. A cotação é expressa em reais ou dólares;</li>
<li><strong>Dólar turismo: </strong>estabelece o parâmetro para operações de compra e venda de moeda para pessoas que vão viajar para o exterior. A cotação é expressa em reais ou dólares;</li>
<li><strong>Dow-Jones</strong>: índice utilizado para acompanhar a evolução dos negócios na bolsa de valores de Nova Iorque. Seu cálculo é feito a partir de uma média das cotações entre 30 empresas de maior importância na bolsa de valores;</li>
<li><strong>Fob: </strong>sigla para Free on Board, designação da cláusula de contrato segundo a qual o frete não está incluído no custo da mercadoria. Valor FOB é o preço de venda do produto acrescido de todas as despesas que o exportador faz até colocá-la a bordo;</li>
<li><strong>Holding:</strong> empresa que adquire a totalidade ou a maioria das ações de outras, que passam a ser suas subsidiárias;</li>
<li><strong>Ibovespa:</strong> índice da bolsa de valores de São Paulo que exprime a variação média diária dos valores de negociação de uma carteira de ações de cerca de 100 empresas selecionadas;</li>
<li><strong>Inflação: </strong>desequilíbrio monetário, ocasionado pela perda do poder de compra da moeda, devido ao aumento geral e desordenado dos preços de uma economia;</li>
<li><strong>INCP: </strong>sigla para Índice Nacional de Preços ao Consumidor, valor calculado pelo IBGE com o objetivo de balizar os reajustes de salário;</li>
<li><strong>Juros</strong>: remuneração que o detentor do dinheiro cobra para conceder um empréstimo. O valor do juro (seu percentual) é considerado como o custo ou preço do dinheiro. Alguns dos motivos pelos quais os juros sobem ocorrem quando há pouco dinheiro disponível no mercado ou quando a inadimplência aumenta;</li>
<li><strong>Maxidesvalorização:</strong> desvalorização drástica de uma moeda;</li>
<li><strong>Monopólio:</strong> controle exclusivo de uma atividade. Situação em que um só vendedor controla a oferta de determinado produto ou serviço;</li>
<li><strong>Nasdaq:</strong> sigla para National Association of Securities Dealers Automated Quotation, principal instituição americana operando no mercado de balcão. É também a primeira bolsa eletrônica conectando diretamente compradores e vendedores. A Nasdaq é conhecida por negociar ações das maiores empresas de tecnologia, como a Microsoft, Intel Dell Computer e Yahoo!;</li>
<li><strong>Paraísos fiscais:</strong> pequenos estados que cobram impostos muito baixos ou não os cobram e, por isso, são procurados por empresas e pessoas físicas para o depósito de seus recursos. Como exemplo podemos citar Bahamas, Luxemburgo e Suíça;</li>
<li><strong>Percentagem</strong>: não confunda percentagem (ou porcentagem) com ponto percentual. Se algo cresce de 10% para 20% aumentou dez pontos percentuais, mas o aumento percentual foi de 100%;</li>
<li><strong>PIB:</strong> sigla para Produto Interno Bruto, medida do produto gerado na economia durante um determinado período de tempo. O cálculo é feito em unidades monetárias (reais, dólares&#8230;) porque esta é a única forma de somar coisas tão distintas como bens (carros, toneladas de trigo&#8230;) e serviço (produto gerado em bancos, escolas, hospitais&#8230;). A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais ou a menos que no ano anterior. PIB per capita relaciona o crescimento da produção (PIB) com o da população do país, pois é esta relação que determinará se, na média, a população está enriquecendo ou não;</li>
<li><strong>Recessão:</strong> processo de crise econômica, normalmente admitido como temporário e caracterizado por desemprego, inflação, retratação do mercado, entre outros;</li>
<li><strong>Reservas cambiais: </strong>as reservas cambiais refletem o montante de moeda estrangeira e ouro acumulado pelo país;</li>
<li><strong>Royalties:</strong> pagamento efetuado pela utilização de uma marca ou símbolo;</li>
<li><strong>Títulos:</strong> papéis ou certificados que representam um determinado capital. Podem ser emitidos por instituições públicas, privadas ou mistas. Tais títulos são muito negociados entre pessoas e entidades.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Por essa falta de ligação entre jornalistas que cobrem economia e o público, se faz necessário jornalistas especializados. Com a especialização e o conceito de jornalismo definido, o repórter tem a consciência de que a função da sua profissão é fazer entender, mostrar da forma mais simples e objetiva possível um fato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/como-tornar-o-economes-interessante" target="_blank"><strong>:: Como tornar o &#8216;economês&#8217; interessante</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/e-a-moda-agora-e-jornalismo-especializado" target="_blank"><strong>:: E a moda agora é: Jornalismo Especializado</strong></a></p>


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		<title>E a moda agora é: Jornalismo Especializado</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/e-a-moda-agora-e-jornalismo-especializado</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 10:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">O papel do jornalismo especializado seria o de orientar o indivíduo que se encontra perdido em meio à proliferação de informações das mais variadas fontes. E é nesse aspecto que a profissão de repórter é interessante. Cada vez mais essa especialização cresce, atendendo a demanda do público, abrindo, desta forma, um leque de opções para o profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da área está relacionado à lógica econômica que busca a segmentação do mercado como uma estratégia para atingir os grupos que se encontram tão dissociados entre si. Muito além de ser uma ferramenta mais eficaz de lucro para a mídia, o jornalismo especializado é uma resposta a essa demanda por informações direcionadas que caracteriza a formação das audiências específicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1414"></span>O jornalismo especializado, então, busca cumprir a função de agregar indivíduos de acordo com suas afinidades aos invés de tentar nivelar a sociedade em torno de um padrão médio de interesses que jamais atenderia à especificidade de cada grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as áreas do jornalismo especializado, estão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Jornalismo Político</li>
<li>Jornalismo Econômico</li>
<li>Jornalismo Esportivo</li>
<li>Jornalismo Cultural</li>
<li>Jornalismo Cientifico (também chamado de Ciência e Tecnologia)</li>
<li>Jornalismo Social</li>
<li>Jornalismo Sindical</li>
<li>Jornalismo Ambiental</li>
<li>Jornalismo Policial</li>
<li>Jornalismo de Variedades</li>
<li>Jornalismo Literário</li>
<li>Jornalismo especializado em Educação</li>
<li>Jornalismo especializado em Saúde</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A abundância de fontes e de informação, principalmente atenuada com o crescimento da internet, é um dos fatores que incentivará o processo de especialização jornalística. Só um jornalista especializado e capaz de fazer análise e associar ideias e informações poderá mover-se num cenário de super-abundância de recursos informativos.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que o jornalista saiba trabalhar em todos os meios &#8211; editar áudios, gravar podcasts, fazer e editar vídeos, apresentar, escrever, falar -, mas é fundamental que saiba profundamente sobre um assunto. Essa é a nova moda do jornalismo!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/focacast/1-a-evolucao-do-jornalismo" target="_blank"><strong>:: Focacast 1: A evolução do jornalismo</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/focacast/2-como-o-twitter-pode-ajudar-jornalistas" target="_blank"><strong>:: Focacast 2: Como o Twitter pode ajudar jornalistas</strong></a></p>


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		<title>Os meios justificam os fins?</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 18:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[* Imagem do cartaz do filme &#8216;Mera coincidência&#8217; Imagine que você faz parte da equipe de jornalistas da Assessoria de Imprensa da Presidência da República e faltam cerca de duas semanas para as eleições. O presidente, que pode ser reeleito, se envolve em um escândalo sexual com uma menor de idade e coloca o sonho [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>* Imagem do cartaz do filme &#8216;Mera coincidência&#8217;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que você faz parte da equipe de jornalistas da Assessoria de Imprensa da Presidência da República e faltam cerca de duas semanas para as eleições. O presidente, que pode ser reeleito, se envolve em um escândalo sexual com uma menor de idade e coloca o sonho da candidatura em jogo. O que você faria? É neste contexto que acontece a trama do filme &#8216;Mera coincidência&#8217; (título original &#8216;Wag the Dog&#8217;), obra que mostra como o poder manipula as pessoas, usando os meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme aborda vários aspectos interessantes que podem ser analisados, mas chamo a atenção para dois assuntos fundamentais, que podem ser vistos claramente no produto: a ética (ou a total falta dela) numa assessoria de comunicação e o papel da imprensa na sociedade. A equipe de jornalistas do presidente conseguiu driblar o desconforto causado por um escândalo sexual criando várias situações que foram, facilmente, &#8216;engolidas&#8217; pela mídia do país e, consequentemente, aceitas pela população como verdadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1386"></span>Antes que a imprensa americana descobrisse o escândalo sexual, a assessoria contratou um especialista em marketing político (que já era conhecido por reverter situações de crise) para cuidar do caso. Juntos, eles criaram um meticuloso planejamento, um verdadeiro esquema antiético, baseado em mentiras e fantasias: inventaram uma suposta guerra contra a Albânia. Tudo isto a fim de desviar a atenção da população sobre o comportamento negativo do presidente e resguardar a imagem dele às vésperas de uma possível reeleição. Agora você pode perguntar: por que a Albânia? Justamente por ser um país que praticamente ninguém conhece, não divulgado com frequência pelos meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Para produzir a suposta guerra, uma jornalista da assessoria do presidente e o marqueteiro contrataram os serviços de um importante produtor de cinema americano. A notícia do escândalo caiu na mídia, mas não passou de notinhas na imprensa, pois o grande assunto era a guerra. Nesta altura do filme, algo que me chamou a atenção foi o fato dos meios de comunicação acreditarem na versão oficial do governo, sem antes pesquisar sobre o assunto. Uma guerra não surge do nada, ela tem seu contexto histórico. Mas isso foi totalmente banido pela mídia, a fim de dar o furo e conseguir ibope. Ou você acha que um veículo ia se preocupar em levantar todas as informações primeiro, sendo que a emissora vizinha (nem um pouco preocupada com a sociedade) já estava divulgando o escândalo?</p>
<p style="text-align: justify;">Só que a guerra inventada pela assessoria não durou as duas semanas que eles precisavam. A Albânia negou tudo e o presidente pediu calma, pois resolveria a situação o mais rápido possível. Foi, então, que a equipe de assessores resolveu sensibilizar o povo americano. O diretor contratado para produzir o conflito inventou que um combatente americano ficou preso na Albânia e tinha sido um herói.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar mais emoção a notícia, relacionou o soldado com uma música criada por ele que falava sobre sapato velho (fazendo alusão ao combatente, que foi deixado para trás, como um sapato velho). Logo o povo americano abraçou a causa, devido a massificação do assunto pela mídia, e espalhou pela cidade sapatos velhos, criou cartazes,  fez camisetas&#8230; Não existe guerra sem herói, assim como não existe um americano sem herói, e o diretor sabia disso.</p>
<p style="text-align: justify;">A essa altura, o presidente já tinha conquistado novamente a confiança dos americanos e disparava na frente pelas pesquisas de intenção de voto. Tudo ocorria como o planejado pela assessoria, até que o diretor contratado para produzir toda aquela mentira resolveu reivindicar seus créditos. Apesar de ser um grande diretor, ele nunca fora reconhecido. Como o seu silêncio valia mais, foi tirado de circulação. Quer dizer, morto pelo FBI. O final do filme mostra a mídia informando a morte do produtor sendo um infarto fulminante. A matéria continha um breve histórico dos seus trabalhos. E só! A história da invasão da Albânia que garantiu a reeleição do presidente, ficou sem sua testemunha principal.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da complexidade do tema, a obra é envolvente e realmente muito engraçada (preocupante, mas cômica). Os meios justificam os fins, tudo é válido quando o assunto é política. Até matar, como foi o caso. O vídeo mostra uma realidade que realmente acontece. E nem precisamos nos referir aos Estados Unidos. Aqui mesmo no Brasil está repleto de exemplos de desvio de atenção, principalmente usando o esporte para maquiar a falta de conduta ética do governo. Alguém se lembra da campanha massiva para o Hexa do Brasil na Copa de 2006, ano este do escândalo do Mensalão?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma reflexão pertinente que o filme traz aos espectadores é: até que ponto certas “verdades” que vemos nos telejornais, ouvimos no rádio ou lemos em jornais e revistas podem ser forjadas, ao gosto e interesse daqueles que tem os meios de divulgá-los?</p>
<p style="text-align: justify;">Como jornalistas, nossa função é ser ponte entre o fato e a sociedade. Para fazer essa ponte, precisamos apurar os fatos e buscar vários olhares a fim de mostrar buscar a verdade. Se fôssemos os repórteres do filme, nossa função deveria ter sido averiguar a veracidade das informações passadas pelo governo. Se fizéssemos parte da equipe da assessoria, como jornalistas, nunca deveríamos inventar uma situação. Na gerência de situações de crise, a melhor escolha é sempre dizer a verdade. Até porque a mentira sempre aparece e o resultado pode ser ainda pior depois.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que a obra em questão é uma ficção cinematográfica, mas qualquer semelhança com fatos históricos reais é mera coincidência. O filme ficou pronto antes de vir à tona o escândalo sexual envolvendo o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e a secretária Mônica Levinsk. Na ocasião, o governo do país ameaçou atacar o Iraque, fazendo assim, o caso de adultério do presidente dividir atenções com a ameaça, uma vez que guerras, bombardeios e outras ações do gênero são de grande apelo emocional para os americanos. Por esse motivo, no Brasil, a obra recebeu o título de &#8216;Mera coincidência&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que comecei a produzir o meu <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/category/corinthians" target="_blank"><strong>documentário sobre os 100 anos do Corinthians</strong></a> (como Trabalho de Conclusão de Curso) estou fissurada por ficha técnica, afinal, um filme só é feito com a ajuda de vários profissionais. Então, segue a do &#8216;Mera coincidência&#8217;:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título original:</strong> Wag the Dog<br />
<strong>Título em português:</strong> Mera coincidência<br />
<strong>Lançamento:</strong> 1997 (EUA)<br />
<strong>Direção:</strong> Barry Levinson<br />
<strong>Roteiro:</strong> Hilary Henkin e David Mamet, baseado em livro de Larry Beinhart<br />
<strong>Produção:</strong> Robert de Niro, Barry Levinson e Jane Rosenthal<br />
<strong>Música:</strong> Mark Knoffler<br />
<strong>Fotografia:</strong> Robert Richardson<br />
<strong>Direção de arte:</strong> Mark Worthington<br />
<strong>Figurino:</strong> Rita Ryack<br />
<strong>Edição:</strong> Stu Linder<br />
<strong>Atores</strong>: Dustin Hoffman , Robert de Niro, Anne Heche, Denis Leary e Willie Nelson<strong><br />
Duração:</strong> 97 min<br />
<strong>Gênero:</strong> Comédia</p>


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		<title>Parabéns, jornalistas!</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Profissão Repórter]]></category>
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		<category><![CDATA[dia do jornalista]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo politico]]></category>
		<category><![CDATA[lealdade]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Antes de falar um pouquinho mais sobre nossa profissão (um tanto quanto desvalorizada graças ao senhor Gilmar Mendes, mas não menos importante), quero anunciar o vencedor da promoção do livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21599812/jornal+nacional:+modo+de+fazer" target="_blank"><strong>Jornal Nacional: modo de fazer</strong></a>, de William Bonner. A sortuda foi <a href="http://twitter.com/millafgouvea" target="_blank"><strong>Camila Gouvea</strong></a>, de Bauru e Ubatuba (SP) &#8211; favor entrar em contato pelo e-mail ariane.fon@gmail.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada a todos os 159 internautas que participaram. Em breve (principalmente depois que eu acabar o meu TCC e parar de ficar mais pobre que já sou), haverá mais promoções aqui no blog.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1346"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://sorteie.me/c2T" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1354" title="sorteio" src="http://www.arianefonseca.com/wp-content/uploads/2010/04/sorteio.jpg" alt="" width="350" height="293" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Então, voltando ao assunto, quero mostrar hoje para vocês uma parte interessante do livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/729971/jornalismo+politico" target="_blank"><strong>Jornalismo Político</strong></a>, de Franklin Martin (não leve para o lado pessoal, não gosto do autor por questões ideológicas, mas a teoria apresentada é boa).</p>
<p style="text-align: justify;">Ele mostra na obra as sete lealdades que o jornalista precisa manter sempre para ser um bom profissional:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Lealdade às fontes:</strong> todo jornalista protege as fontes e a informação e, assim, protege o direito da sociedade de ser informada;</li>
<li><strong>Lealdade aos colegas:</strong> mesmo a competição tem regras e é preciso ser leal ao concorrente;</li>
<li><strong>Lealdade à categoria: </strong>os adversários devem ser enfrentados pelo conjunto. Um sofre censura? Todos deveriam se unir para combatê-la;</li>
<li><strong>Lealdade ao chefe:</strong> Gostando ou não, ele existe e um deve confiar no outro;</li>
<li><strong>Lealdade à empresa: </strong>Para que se faça a melhor cobertura possível, o repórter precisa confiar e se sentir bem na empresa que trabalha;</li>
<li><strong>Lealdade à carreira:</strong> Ter sucesso, salário digno e ser reconhecido é fruto de um trabalho bem feito;</li>
<li><strong>Lealdade à sociedade:</strong> Esta é a mais importante de todas, pois é a razão de existir do jornalismo. O público espera do repórter informação verdadeira, correta e, na medida do possível, isenta.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que dia 7 de abril é Dia do Jornalista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há outras datas apontadas como possíveis dias do jornalista: 24 de janeiro, 29 de janeiro, 16 de fevereiro, 3 de maio e 1º de junho. Mas é o dia 7 de abril a comemorada pela FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas).</p>
<p style="text-align: justify;">Este dia foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, a data foi escolhida como o “Dia do Jornalista”.</p>


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		<title>Isabella Nardorni de volta à mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 10:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começa hoje o julgamento do casal Nardoni, marcado para ocorrer a partir das 13h. O destino de Anna Jatobá e Alexandre Nardoni pode demorar até cinco dias para ser definido. Ou seja, nesta semana seremos bombardeados, mais uma vez, com informações do caso da jovem que chocou o país. Vamos relembrar com mínimos detalhes a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Começa hoje o julgamento do casal Nardoni, marcado para ocorrer a partir das 13h. O destino de Anna Jatobá e Alexandre Nardoni pode demorar até cinco dias para ser definido. Ou seja, nesta semana seremos bombardeados, mais uma vez, com informações do caso da jovem que chocou o país. Vamos relembrar com mínimos detalhes a cena do crime, como era a vida da menina, os possíveis motivos que tenham levado o assassino a fazer isso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem à noite, enquanto via a reportagem do Fantástico sobre o assunto, pensei: a volta da Isabella na mídia é informação ou pode ser considerado sensacionalismo? É comum e de bom tom que a imprensa dê satisfações ao público sobre os fatos que noticia – principalmente este que teve uma cobertura massiva. No jornalismo, o ato de “relembrar” é chamado de suíte.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1302"></span>Noticiar o julgamento é normal, o que me parece exagero é como a imprensa faz isso. Ávidos por audiência, a mídia explora o fato a ponto de torná-lo cansativo para o público. Fazer infográfico para mostrar a posição das pessoas no tribunal já é demais. Tudo tem o limite e a cobertura deste julgamento só será válida quando alguma notícia nova aparecer. Ficar enchendo o noticiário de informações que a gente já está cansado de saber não vai acrescentar em nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mostrar a realidade não é torcer uma notícia até não poder mais. Os fatos, assim como tudo nesta vida, saturam! O problema é que, nos últimos tempos, a atividade informativa migrou para o campo empresarial com a finalidade de fabricar matérias a fim do tão sonhado ibope. A televisão, como dispõe da poderosa imagem para reforçar a ideia, é a que mais se utiliza deste artifício.</p>
<p style="text-align: justify;">Informação é essencial, assim como a qualidade de como ela é transmitida. Jornalismo não pode ser apenas utilizado como meio de se garantir pontinhos a mais no Ibope e, sim, como disse uma vez Luiz Beltrão, &#8220;difundir conhecimentos e orientar a opinião pública no sentido de promover o bem comum&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que acha: a volta de Isabella na mídia é informação ou sensacionalismo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/mundo-cao-na-tv" target="_blank"><strong>:: Mundo cão na TV</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/ate-onde-vale-a-pena" target="_blank"><strong>:: Até onde vale a pena?</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/informacao-espetaculo-x-informacao-educacao" target="_blank"><strong>:: Informação espetáculo x informação educação</strong></a></p>


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		<title>Tipos de jornalistas na TV: produtor, repórter e editor</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/tipos-de-jornalistas-na-tv-produtor-reporter-e-editor</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 22:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão Repórter]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando eu entrei na faculdade de Jornalismo achava que o repórter (aquele que aparece com todos os créditos no telejornal) fosse um super-herói que dava conta de pensar uma pauta, apurá-la e escrevê-la; além de sair a campo, voltar e, ele mesmo, editar. Você deve estar pensando: “Que burra essa menina!” Mas essa continua sendo uma indagação de muitas pessoas. Nos grandes veículos de comunicação a tarefa é toda dividida (nos pequenos nem tanto, mas isso é outra história).</p>
<p style="text-align: justify;">É função do jornalista produtor:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1270"></span></p>
<ul>
<li>definir boas fontes, conhecê-las e investigá-las;</li>
<li>confirmar lugar e horário para entrevistas;</li>
<li>apurar informações iniciais;</li>
<li>definir equipamentos;</li>
<li>direcionar a matéria na pauta (escrever minuciosamente o que ele quer);</li>
<li>acompanhar o andamento de um reportagem;</li>
<li>conferir o VT (o material editado e pronto para ir ao ar).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, é o produtor quem tem a ideia do assunto (no caso de reportagens produzidas) e fica de plantão ligando para delegacias, departamento de trânsito, fuçando na internet, ouvindo o rádio&#8230; (no caso de matérias factuais). Quando acha a pauta, tem que apresentar para o editor-chefe e, se aceito, procurar as fontes, pesquisar e redigir tudo isso de forma simples e clara para o repórter que vai à campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, você pode pensar o que eu pensei quando descobri isso: “Filho da mãe de repórter, então, ele não faz nada?” Como diz meu professor de Telejornalismo, Maurílio Lauá, o produtor faz tudo isso (que não deixa de ser importante) no ar-condicionado, sentando na redação com o telefone na mão.</p>
<p style="text-align: justify;">E o repórter? Bom, cabe a ele dar a sua cara a tapa nas ruas para colocar em prática aquilo que foi idealizado pelo produtor no ar-condicionado. O repórter precisa checar as informações com as fontes e fazer as gravações no sol, na chuva, no terremoto, no deserto&#8230; Fácil? Talvez sim se pensarmos numa pauta que aborde um assunto bom, que não &#8216;atrapalhe&#8217; a vida de ninguém. Agora, imagine o repórter tendo que procurar o Sarney para uma reportagem especial sobre o seu caso. Você acha que vai ser fácil? O editor-chefe não quer nem saber se é complicado ou não, ele quer é colocar isso no ar depois. Então, o repórter precisa se virar para resolver o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de fazer as imagens do local, colher os depoimentos das fontes e gravar a sua passagem (aquele momento em que o jornalista aparece), o repórter precisa gravar o off (que é quando aparecem imagens e a voz do jornalista no fundo). Isso geralmente é feito já na redação, pois logo em seguida ele precisa escrever um roteiro de edição (colocar no papel como quer que fique montada a matéria). Depois disso, entra o editor (que muitas vezes nem é jornalista, mas sim um profissional de RTV) para juntar tudo isso. Concluída está etapa, o editor-chefe confere e está pronto o filho dos jornalistas. É assim que se faz a notícia que você vê nas telinhas todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Moral da história:</strong> Para que o resultado que você vê seja bom, é preciso uma equipe empenhada. Se o produtor for super criativo e inteligente e o repórter meia-boca, o trabalho fica um lixo. E a recíproca é verdadeira. Assim como se o editor fizer mal feito, o empenho dos dois primeiros não vale de nada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBS</strong>: Hoje em dia, com a avanço da internet e a dinâmica da sociedade, é uma tendência aprender a fazer isso tudo sozinha. Mas por enquanto é assim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/bastidores-da-noticia">:: Jornal Hoje: bastidores da notícia</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/elementos-que-formam-a-linguagem-da-tv">:: Elementos que formam a linguagem da TV</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/por-tras-das-telinhas-como-nasce-a-noticia-no-telejornal">:: Por trás das telinhas: como nasce a notícia no telejornal</a></strong></p>


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		<title>Mulher e jornalista: uma mistura que dá certo</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/mulher-e-jornalista-uma-mistura-que-da-certo</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que ser mulher é uma tarefa árdua e bem complicada, todo mundo já sabe. Ninguém nos entende (para ser sincera nem nós mesmas). Neste Dia Internacional da Mulher minha homenagem é para aquela que tem que ser mãe, dona de casa, amiga, esposa&#8230; aquela que precisa acordar de madrugada para cobrir uma pauta do outro [...]


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<p style="text-align: justify;">Em todas as profissões há suas glórias e dificuldades, mas no jornalismo, em especial, a rotina pesada e sem horário castiga aquela que precisa ser mil em uma. Não sei se vocês sabem, mas nós conquistamos definitivamente nosso lugar no jornalismo. Sem nos intimidarmos com o ambiente predominantemente masculino nos meios de comunicação, realidade até meados da década de 1980, mostramos que, com determinação, somos tão capazes como os homens de dominar a desafiadora arte de informar. Viramos o jogo e somos maioria na categoria!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1262"></span>De acordo com levantamento da RAIS 2008, (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho, as mulheres são maioria entre os jornalistas formalmente empregados no Brasil: 54,4%. Em números absolutos, são 3,3 mil a mais do que homens. E são maioria em todos os locais de trabalho onde há jornalistas contratados (ou estatutários): empresas privadas, estatais e nas três esferas de governo.  Em 1995, a proporção era praticamente inversa: de um total de 5.746 jornalistas contratados, 57,38% eram homens e 42,62% mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Escolhi algumas mulheres, em diferentes ramos do jornalismo, que fazem muito bem o seu trabalho. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impresso</strong><br />
<a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63840-15230,00-ARQUIVO+ELIANE+BRUM.html" target="_blank"><strong>Eliane Brum</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Foi repórter especial da Revista Época por quase dez anos. Saiu do periódico neste ano para se dedicar a projetos pessoais. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de Jornalismo. É autora de &#8216;A vida que ninguém vê&#8217; e  &#8216;O olho da rua&#8217;. Ainda mantém sua coluna no site da Época &#8220;Nossa sociedade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rádio</strong><br />
<a href="http://twitter.com/Ercolin" target="_blank"><strong>Carolina Ercolin</strong></a><br />
Confesso que não sou muito fã de rádio, então, pedi para o meu amigo Leonardo Souza (que é fissurado neste meio de comunicação) me ajudar a apontar uma boa jornalista radiofônica. Ele apontou a Carolina, apresentadora da Rádio Bandeirantes de São Paulo. Ela ganhou a 6ª edição do Troféu Mulher Imprensa deste ano na sua categoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TV</strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ktVZ_C-Ye-4" target="_blank"><strong>Neide Duarte</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Jornalista-poeta, Neide tem um jeito especial de escrever seus textos. É a minha jornalista preferida. Depois de trabalhar por três anos como repórter do jornal Folha de São Paulo, ingressou na Rede Globo. Ficou por 16 anos fazendo matérias especiais para o Jornal Nacional, Fantástico e Globo Repórter. Antes de voltar para a emissora dos Marinho, onde está atualmente,  apresentou e dirigiu o programa Caminhos e Parcerias, da TV Cultura, e viajou o Brasil contando histórias de projetos sociais. Recebeu 11 prêmios nacionais e reconhecimento internacional pelas suas matérias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Online</strong><br />
<a href="http://twitter.com/PollyanaFerrari" target="_blank"><strong>Pollyana Ferrari</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pollyana é professora de Jornalismo Digital na PUC-SP e doutora em mídias digitais. Dedica-se ao mercado editorial de informática desde o final dos anos 1980 e à internet desde 1995 (numa época que muita gente nem sabia o que era isso). Foi diretora da unidade de Internet da Editora Globo; editora do site da revista Época; editora-chefe do programa Vitrine, da TV Cultura; e diretora de conteúdo do portal iG.</p>


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		<title>As características da revista</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo Acadêmico]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã um colega de trabalho me questionou se há diferença na essência do jornalismo nos diferentes veículos de comunicação. Os fundamentos da área, independentemente do tipo de veículo, são os mesmos: independência, veracidade, objetividade, honestidade, imparcialidade, exatidão, credibilidade. A diferença está no formato do meio de comunicação, que, por sua vez, têm públicos [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje pela manhã um colega de trabalho me questionou se há diferença na essência do jornalismo nos diferentes veículos de comunicação. Os fundamentos da área, independentemente do tipo de veículo, são os mesmos: independência, veracidade, objetividade, honestidade, imparcialidade, exatidão, credibilidade. A diferença está no formato do meio de comunicação, que, por sua vez, têm públicos diferentes e precisa de tratamento específico.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei com vontade de escrever um post sobre o assunto. Foi ai que lembrei que precisava levar para a faculdade hoje um resumo sobre o que é jornalismo de revista. Aproveitando a breve pesquisa, resolvi compartilhar com vocês o que encontrei, visto que este formato, como diz a minha professora Bianca de Freitas, é o “suprassumo” (essa nova reforma ortográfica ainda me é muito estranha) do jornalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Marília Scalzo, em seu livro<strong> </strong><a href="http://compare.buscape.com.br/jornalismo-de-revista-marilia-scalzo-8572442448.html" target="_blank"><strong>“Jornalismo de Revista”</strong></a>, este formato do jornalismo impresso tem três características definidoras. A primeira é a especialização; cada uma possui um tipo público bem definido e deve ser feita visando falar com essas pessoas, trazer projeto editorial e gráfico condizente com suas expectativas e repertório.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1227"></span>A segunda é o próprio formato físico. Maior apuro gráfico, papel e impressão melhores, portanto maior cuidado com a imagem. O design de revistas é algo mais refinado que o de outros produtos comunicacionais impressos. A terceira é a periodicidade. As revistas jornalísticas semanais, por exemplo, se diferenciam dos jornais impressos por aprofundar mais o assunto e por dar mais espaço para o estilo individual do escritor.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste formato, a pauta e o texto são fatores predominantes para um bom resultado. Marília, em sua obra, diz que o segredo está na apuração e quem tem um número maior de informações qualificadas na mão tem muito mais chances de escrever uma boa reportagem, um bom artigo ou uma boa notícia do aquele que simplesmente escreve bonito. “Não adianta querer ficar bordando um texto vazio de informação. Jornalismo não é literatura. Quando se tenta arrisca-se a cair na literatice”.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, um fato que merece destaque é a empatia com o leitor. Logo no inicio do livro, Marília explica o porquê: “Os leitores costumam manter uma relação quase passional com suas revistas favoritas. Não é à toa que gostem de andar com elas debaixo do braço, como se fossem uma espécie de emblema ou sina de identificação. Muito do fascínio deste tipo de publicação vem justamente da capacidade que ele tem de construir fortes laços de empatia com seu público [...]”.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha professora Bianca questionou ontem e é verdade: quem tem coragem de jogar uma revista fora, assim como faz com um jornal? Muitas pessoas chegam a colecionar o periódico. A primeira revista foi fundada em 1663 na Alemanha e se chamava Erbauliche Monaths Unterredungen (no bom português, algo como “Edificantes Discussões Mensais”). Tratava-se de um volume com a forma e formato de livro, e só foi caracterizada como tal, por conta dos artigos de teologia, possuir público específico e periodicidade regular. Dois anos depois, surge na França a primeira revista literária, a Journal des Savants.</p>
<p style="text-align: justify;">O termo magazine surgiu somente em 1704, na Inglaterra, com um volume que se parece com livro, mas tem objetivo, público específico, com assuntos aprofundados. O magazine, de fato, é mais aprofundado que os jornais e menos do que os livros. Os títulos da época transitam por várias estéticas. Só em 1731 surge a primeira revista parecida com nosso padrão moderno. Ela nasceu na Inglaterra e se chamava &#8216;The Gentleman&#8217;s Magazine&#8217; (algo como “A revista dos cavalheiros” para nós).</p>
<p style="text-align: justify;">O formato cresceu mesmo no século XIX com o crescimento dos cidadãos alfabetizados e virou moda. Até 2000, eram vendidas no Brasil 600 milhões de exemplares de revistas/ano. Nos EUA, eram 6 bilhões. O maior sucesso editorial da atualidade é a Cosmopolitan, presente em 25 países. Sua fórmula é falar para a mulher jovem, interessada em carreira, beleza, relacionamentos amorosos, sexo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As revistas no Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quais foram as principais revistas brasileiras? Marília Scalzo nos ajuda a fazer memória:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1812: As variedades (BA) – sobre literatura, em forma de livro;</li>
<li>1813: O Patriota (RJ);</li>
<li>1817: O Propagador das Ciências (RJ) – primeira segmentada;</li>
<li>1849: A Marmota da Corte (RJ) – introduziu humor e textos curtos;</li>
<li>1898: Rio Nu (RJ) – contos picantes, fotos eróticas e política; 1900: Revista da Semana – com reconstituição de crimes através de fotos;</li>
<li>1905: Tico-Tico – primeira em quadrinhos;</li>
<li>1928: O Cruzeiro – dos Diários Associados, trazia grandes reportagens fotográficas, ilustrações, chegou a vender 700 mil exemplares por semana nos anos 50, quebrou em 1978;</li>
<li>1929: Revista do Globo (RS), publicada pela Livraria e Editora Globo de Porto Alegre, continha ilustrações, abria espaço para poetas;</li>
<li>1950: Pato Donald – primeira da Editora Abril; 1952: Manchete – &#8221; Aconteceu virou Manchete&#8221; , valorizava fotos, ilustrações, fait divers, fechou em 2000;</li>
<li>1966: Realidade – da Abril, deixou saudades nos jornalistas, era adepta ao jornalismo investigativo, grande reportagem evidenciando as mazelas sociais em plena ditadura, durou até 1976;</li>
<li>1968: Veja – inspirada na Time, notícias da semana divididas em seções, texto objetivo, uma revista que hoje vende mais de 1 milhão de exemplares por semana, é a quarta maior revista informativa do mundo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na década de 60, surgiram também as revistas de Maurício de Souza, Manequim, Quatro Rodas, Claudia (com fotonovelas, decoração, beleza, problemas femininos), Ele e Ela. Na década de 70, surgiram IstoÉ, Visão, Exame (a primeira de negócios), Playboy, Nova, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes de pesquisa:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=388DAC001" target="_blank"><strong>:: Alexander Goulart: Uma lupa sobre o jornalismo de revista</strong></a><br />
<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/resenhas4_b.htm" target="_blank"><strong>:: Paulo Sérgio Pires: Uma boa folheada no Jornalismo de Revista</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">E, como não poderia deixar de faltar: SCALZO, Marília. <a href="http://compare.buscape.com.br/jornalismo-de-revista-marilia-scalzo-8572442448.html" target="_blank"><strong>Jornalismo de revista</strong></a>. São Paulo: Contexto, 2004.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/o-publico-e-o-veiculo-que-faz" target="_blank"><strong>:: O público é o veículo que faz</strong></a></p>


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		<title>A arte de sensibilizar o olhar</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 09:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mexendo nas coisas antigas da faculdade, achei o texto “A arte de sensibilizar o olhar”, da antropóloga Débora Krischke Leitão, que li nas aulas de Antropologia (sim, na minha faculdade temos essa disciplina no curso de Jornalismo e acho muito importante). Infelizmente, não o achei disponível na web para mostrar a vocês.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a autora, passar do olhar crítico ao sensível compreende trocar incessantemente de lugar, ver o que nos é familiar com espanto e estranhamento e o que é do outro como familiar. O ser humano tem uma tendência forte a achar que sua forma de ver o mundo é a mais correta, quando não, a única correta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1193"></span>Isso faz com que tenhamos dificuldade de aceitar o que é do outro e o que é o outro. Formamos um (pré) conceito sobre tudo e todos e achamos que somente nós estamos certo. <em>“Sabemos que os franceses não tomam banho; os mexicanos são preguiçosos; os suíços, pontuais; os italianos, ruidosos; os judeus, argentários; os árabes, desonestos; os japoneses, trabalhadores, e por aí afora.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabemos também que cariocas são folgados; baianos, festeiros; nordestinos, miseráveis; mineiros, diplomatas. Sabemos ainda que o negro não tem o mesmo potencial que o branco, a não ser em algumas atividades bem-definidas como o esporte, a música, a dança e algumas outras que exigem mais do corpo e menos da inteligência.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quando nos deparamos com um exceção admitimos que alguém possa ser limpo, apesar de francês; trabalhador, apesar de mexicano; discreto, apesar de italiano; honesto, apesar de árabe; desprendido do dinheiro, apesar de judeu; preguiçoso, apesar de japonês e também por aí afora. Mas admitimos com relutância e em caráter totalmente excepcional”</em>, como define muito bem o texto <a href="http://fxrnxndx.blogspot.com/2006/09/o-preconceito-nosso-de-cada-dia-jaime.html" target="_blank"><strong>“O preconceito nosso de cada dia”</strong></a>, de Jaime Pinsky.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente quando reconhecemos as diferenças culturais passamos a compreender mais sobre nós mesmos. Aceitamos que há diferentes formas de se casar, de crenças religiosas e maneiras divergentes de manifestar a dor que podem afetar o modo de entender nossa própria cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, passamos a ter um olhar crítico, mas, antes de tudo, sensível. Ao passar deste olhar para o poético aprendemos a perceber as coisas com detalhes, nos tornamos ricos culturalmente e de espírito, além de adquirirmos a capacidade de ver as situações por vários ângulos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quis dividir essa partilha com vocês porque, como jornalistas, não podemos ter este (pré) conceito com tudo e todos. Podemos não aceitar, mas, antes de tudo, precisamos respeitar as pessoas. Tem uma frase do Voltaire que eu amo: <em>&#8220;Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las&#8221;</em>. Pense nisso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/veja-o-mundo-pelos-olhos-de-uma-crianca" target="_blank"><strong>:: Veja o mundo pelos olhos de uma criança</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/percepcao-jornalistica-eis-o-item-que-falta-nas-redacoes" target="_blank"><strong>:: Percepção jornalística, eis o item que falta nas redações</strong></a></p>


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