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	<title>Ariane Fonseca - Jornalismo, Notícias e Opinião &#187; Entre bits e bytes</title>
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	<description>Artigos sobre jornalismo, atuação da mídia, notícias e opinião</description>
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		<title>Digital Age 2.0 discute formas de relacionamento na internet</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 10:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você quer entender as mudanças que a web está provocando na sociedade e na forma de viver das pessoas? Então, não pode deixar de participar do &#8216;Digital Age 2.0&#8242;, que acontece nos dias 26 e 27 de agosto, no Hotel WTC, em São Paulo. Voltada para a área de comunicação, o evento vai discutir quão [...]


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<p>Voltada para a área de comunicação, o evento vai discutir quão real e predominante tornou-se o chamado “mundo digital” e a importância de entender completamente as mudanças no comportamento do consumidor para ter sucesso nesse novo mundo.</p>
<p><span id="more-536"></span>Dentre os palestrantes, estão nomes renomados do ramo, como o jornalista Jeff Howe, autor do livro “Crowdsourcing”(O poder das multidões); Tony Hsieh, CEO da Zappos.com, a maior loja mundial online de sapatos; Steve Rubel, SVP de Insights da Edelman Digital; Mauro Segura, Diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil; Michel Lent Schartzman, Gerente Geral da Ogilvy Interactive; Guilherme Ribenboim, Presidente do IAB Brasil e do Yahoo! America Latina; e Rosana Hermann, uma das maiores blogueiras do país.</p>
<p><strong>Tabela de preços</strong></p>
<p>Até 21/8/2009 &#8211; R$ 1.710<br />
No local &#8211; R$ 2.000</p>
<p>Na compra de pacotes corporativos, há descontos nos valores individuais:<br />
3 inscrições &#8211; R$ 1.539<br />
5 inscrições &#8211; R$ 1.453<br />
10 inscrições &#8211; R$ 1.368</p>
<p><a href="http://www.digitalage20.com.br/2009/inscricoes.html" target="_blank"><strong>:: Clique aqui e faça a sua inscrição</strong></a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.digitalage20.com.br/2009/index.html" target="_blank"><strong>www.digitalage20.com.br</strong></a></p>


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		<title>Como o Twitter pode ajudar jornalistas?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 19:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entre bits e bytes]]></category>
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<p>Muitos deles me dizem: “Não entendi nada naquele negócio, é muito chato”. Outros, questionam: “Não vejo sentido em dizer o que se está fazendo em 140 caracteres”. Pois, é. Muita gente não entendeu mesmo a ferramenta. A resposta da pergunta “What are you doing?” (O que você está fazendo?) tomou proporções muito maiores do que os planos de quando foi criada.</p>
<p><span id="more-371"></span>Com a popularização da ferramenta &#8211; só este ano ela cresceu 900% -, muitas pessoas “entraram na onda” e criaram suas contas na rede social. Resultado: ou desistiram rápido porque não gostaram ou começaram a usar de forma errada.</p>
<p>Como twitteira há cerca de quatro meses e meio (ingressei na ferramenta no dia 14 de janeiro), posso confirmar que ela tem um grande potencial jornalístico e ajuda muito no trabalho. Abaixo vou listar os três principais motivos pelos quais eu, como repórter, uso o Twitter. Segue:</p>
<p><strong>1.Coberturas online</strong><br />
Além de você poder fazer as coberturas online dos eventos nos quais participa ou de notícias que presencia, pode também obter informações das que seus seguidores estão fazendo. O jornalista <a href="http://twitter.com/joelminusculi" target="_blank"><strong>@joelminusculi</strong></a> contou tudo que estava acontecendo no Intercom Regional Sul – evento de comunicação – pelo seu twitter. A repórter <a href="http://twitter.com/veramartins" target="_blank"><strong>@veramartins</strong></a> resumiu todas as informações da mídia na cobertura do Airbus &#8211; que ia do Rio de Janeiro a Paris e desapareceu sobre o Oceano Atlântico ontem a noite &#8211; na sua página.</p>
<p><strong>2.Fonte de informação</strong><br />
Recentemente, tive que fazer uma matéria sobre os jovens e a internet para o jornal laboratório <a href="http://informacaojor.blogspot.com/2009/04/1-edicao-de-2008-2.html" target="_blank"><strong>(In) formação</strong></a> da minha faculdade. Eu precisava de histórias de pessoas que usavam a rede mundial de computadores para potencializar o seu trabalho, para mostrar o que sabe de melhor. Resumindo: mandei um twitter perguntando se alguém conhecia um internauta com este perfil e eis que conheço o <a href="http://twitter.com/gserrano" target="_blank"><strong>@gserrano</strong></a> e o<a href="http://twitter.com/yury_veiga" target="_blank"><strong> @yury_veiga</strong></a>. Peguei o e-mail deles pela própria ferramenta, entrei em contato, mandei as perguntas e olha o resultado:<a href="http://www.arianefonseca.com/como-utilizar-a-web-para-potencializar-o-meu-trabalho" target="_blank"> <strong>“Entre bits e bytes”</strong></a>.</p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/wp-content/uploads/2009/06/foto1.jpg"><img class="size-full wp-image-373 aligncenter" title="foto1" src="http://www.arianefonseca.com/wp-content/uploads/2009/06/foto1.jpg" alt="foto1" width="350" height="226" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>3.Divulgação do trabalho</strong><br />
Se não fosse o twitter, este blog mal seria conhecido. Cerca de 97% dos seus acessos provém da ferramenta. Ou seja, eu envio na minha página o que escrevo, quando as pessoas gostam passam para os seus amigos e, quando vejo, muita gente já leu, comentou e repassou.</p>
<p>Se você ainda não conhece o Twitter, vale a pena experimentar. Veja abaixo um vídeo produzido pelo <a href="http://blog.cancaonova.com/webtvcn/?cat=17983" target="_blank"><strong>Programa Zoom</strong></a> da Canção Nova, com o meu amigo <a href="http://twitter.com/paulinhocn" target="_blank"><strong>@paulinhocn</strong></a>, que explica passo a passo como se ingressar na rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/entre-bits-e-bytes/como-o-twitter-pode-ajudar-jornalistas"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p>Se você se interessar, veja também esses links com ferramentas bem interessantes para potencializar sua página do Twitter:</p>
<p><a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;idConteudo=3727" target="_blank"><strong>:: Informação e credibilidade no Twitter</strong></a><br />
<strong><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/01/12/twitter-5-ferramentas-que-voce-nao-pode-deixar-de-conhecer/" target="_blank">:: Twitter: 5 ferramentas que você não pode deixar de conhecer</a></strong></p>


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		<title>Jornalismo digital: bombardeio de informações 24 horas</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 04:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[jornalismo; digital; ciberjornalismo; informação; credibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet chegou para ficar. Não é uma moda passageira e não haverá retrocesso. Jamais os usuários de e-mail voltarão a escrever cartas e deslocar-se até o correio para postá-las. Com promessas de interação, possibilidade de achar todas as informações que se possa imaginar e até mesmo encontrar a ‘cara metade‘ sentado na frente de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet chegou para ficar. Não é uma moda passageira e não haverá retrocesso. Jamais os usuários de e-mail voltarão a escrever cartas e deslocar-se até o correio para postá-las. Com promessas de interação, possibilidade de achar todas as informações que se possa imaginar e até mesmo encontrar a ‘cara metade‘ sentado na frente de um micro, o ciberespaço vem a cada dia aderindo mais adeptos.</p>
<p>Mas como nem tudo são flores, a internet também tem seus pontos negativos. Na web, infelizmente, a preocupação com a qualidade da informação está longe de alcançar os padrões estabelecidos por manuais de redação e aprendidos nos bancos de universidades. O que podemos comprovar é que, como disse Pierre Lévy, quanto mais informações mais equivocados ficam os leitores. “Vivemos a sociedade da informação que não informa, apenas absorve grandes quantidades de dados“.</p>
<p><span id="more-252"></span>Para os que querem conhecer mais sobre esse fantástico e, ao mesmo tempo, tenebroso campo de trabalho do ciberjornalismo, a comunicóloga especializada em tecnologia, Pollyana Ferrari, relata em seu livro <a href="http://www.editoracontexto.com.br/livro.php?livro_id=236" target="_blank"><strong>‘Jornalismo Digital‘</strong></a> um pouco de sua vivência na internet. De fácil leitura, vez que não traz o ranço academicista recheado de citações no formato da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o livro é uma colagem de conceitos usados no dia-a-dia dos jornalistas on-line.</p>
<p>Para quem não conhece bem o jargão da internet, é boa oportunidade de aprender um pouco do vocabulário, infectado ao máximo com termos importados, como blogs, hiperlinks, download, home page e outras expressões que, embora em inglês, podem soar como grego aos ouvidos menos aguçados.</p>
<p>Um dos destaques de 	‘Jornalismo Digital‘ é o capítulo III, que retrata o que deve fazer um ciberjornalista. Um dos tópicos mais divertidos do livro está neste capítulo, onde a autora conta de forma criativa o dia-a-dia na redação de um grande portal. Intitulada ‘O fechamento que nunca acaba‘, Pollyana relata o corre-corre dos jornalistas para postar, antes do adversário (esse aposto é de suma importância), os assuntos em pauta. Embora recheado de humor, é também nessa parte da obra que surge uma questão muito importante: a qualidade da informação na web.</p>
<p>Como destacado acima, essa preocupação de ‘jogar‘ a informação primeiro que o concorrente é um problema muito sério no meio. O internauta é bombardeado 24 horas por dia e sete dias por semana com informações e dados que, muitas vezes, não estão comprometidos com as normas jornalísticas. Onde foi parar a reunião de pauta? A preocupação de dar todas as versões de um mesmo fato? O jornalismo como prestação de serviço? Bem, queridos colegas, podemos dizer que ficaram esquecidos entre os bytes e bits. Mais isso é outra história.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/texto-para-web-ha-diferenca" target="_blank"><strong>:: Texto para web: há diferença?</strong></a><a href="http://www.andredeak.com.br/2007/12/05/entrevista-pollyana-ferrari/" target="_blank"><strong><br />
:: Entrevista com Pollyana Ferrari sobre o livro</strong></a></p>


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		<title>Jornalistas da web</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/entre-bits-e-bytes/jornalistas-da-web</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 15:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entre bits e bytes]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo; web; webwriter; internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã, durante a reunião para a reformulação do cancaonova.com (site para o qual trabalho), a minha chefe trouxe um texto para refletirmos muito interessante. Intitulado “Um dia de webwriter”, o artigo de Ana Amélia Erthal traz uma reflexão importante sobre o jornalista da web. Ela mostra uma entrevista com dois profissionais, um de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pela manhã, durante a reunião para a reformulação do cancaonova.com (site para o qual trabalho), a minha chefe trouxe um texto para refletirmos muito interessante. Intitulado <strong>“Um dia de webwriter”</strong>, o artigo de Ana Amélia Erthal traz uma reflexão importante sobre o jornalista da web.</p>
<p>Ela mostra uma entrevista com dois profissionais, um de São Paulo, outro do Rio de Janeiro, para saber mais sobre o dia-a-dia, as aventuras e agruras de um webwriter. Marcelo Ferraz é publicitário e atualmente escreve para o blog da Selulloid AG e em redes sociais em nome da BFGoodrich. Léo Paiva é jornalista e trabalha como redator para a intranet da Coca-Cola Brasil, produzindo notícias e organizando o conteúdo para ser difundido para o público interno via ambiente digital.</p>
<p>Reproduzi abaixo as perguntas que considero mais interessantes. Confira:</p>
<p><span id="more-161"></span><strong>Você acha que escrever para o meio digital é muito diferente que escrever para o meio impresso?</strong><br />
Marcelo: Acho que sim. Na internet, se as pessoas ficam 30 segundos em uma página, já é muito. Então eu acho que o texto tem que ser mais curto e direto. Além disso, também acho que a linguagem pode ser mais informal em meio digital.</p>
<p>Léo: Diria que é a &#8220;formatação&#8221; do texto. Graças aos recursos interativos dele como hiperlinks, podemos nos dar ao luxo de escrever menos informações em uma massa de texto, linkando uma palavra ou expressão inteira para outra página que aborde o assunto que aquela palavra ou expressão está mencionando &#8211; na mídia impressa você precisaria, no mínimo, escrever um box sobre aquele assunto paralelo e tentar encaixá-lo na página. A possibilidade de construir textos modulares, interagir com outros recursos como gráficos, vídeos, áudios e tudo mais que a internet pode oferecer é simplesmente delicioso, principalmente porque faz com você se posicione não apenas como um &#8220;webescritor&#8221;, mas como um produtor de conteúdo &#8211; e, como produtor de conteúdo, deve pensar em como passar aquilo que tem a dizer, não apenas em texto, mas gerando uma interação dele com informações em forma de vídeo, áudio, gráficos&#8230;</p>
<p><strong>Você acha que a linguagem utilizada na web deprecia a língua portuguesa?</strong><br />
Marcelo: Eu acho que, se a mensagem está sendo passada, e se as pessoas estão entendendo, a comunicação não está sendo prejudicada. Pra mim, é tudo uma questão de adaptação ao meio e ao público. Até pela questão da web ser mais dinâmica, e a linguagem ser mais direta, as pessoas abreviam mais pra falar. Mas não é porque eu abrevio numa conversa de MSN, que eu posso fazer isso em qualquer lugar.</p>
<p>Léo:<em> </em>Se você quer dizer o modo como as pessoas conversam nos chats com abreviações como vc, tb, vamos tc, e etc., eu diria que estamos nos equilibrando numa corda muito fina. Reconheço que, para conversar em tempo real nos chats ou MSN, abreviações como essas realmente agilizam e dinamizam o &#8220;pingue-pongue&#8221;, mas tenho conversado com amigas professoras que sofrem quando seus alunos levam essa linguagem para a vida real e escrevem assim também em provas, redações tudo o mais.</p>
<p><strong>Como você acredita que o profissional deve se preparar para ser um webwriter?</strong><br />
Marcelo<em>:</em> Primeiro, tem que gostar de escrever. Acho que ele pode fazer cursos, e ler muito também. Existem muitos livros sobre o assunto (recomendo o &#8220;Blog Corporativo&#8221;, do Fábio Cipriani). E com certeza tem que ser muito curioso também. Tem que estar ligado às novidades o tempo todo. O mercado de webwriting está em expansão, com inúmeras possibilidades. Hoje, as empresas estão começando a perceber que não adianta investir só em meios tradicionais. Cada vez mais elas investem em blogs corporativos, wikis, podcasts, videocasts, MSN, atendimento online, fóruns e redes sociais&#8230;</p>
<p>Léo: Ler! Ler de tudo, não apenas livros técnicos de redação ou webwriting, mas livros, contos, revistas, jornais, quadrinhos, bula de remédio&#8230; Consuma também outras mídias, assista televisão, ouça rádio, preste atenção no papo de estranhos dentro do ônibus&#8230; Absorva linguagens, tente entender o que chega à sua mente na forma como ela está sendo enviada, sem tentar &#8220;traduzir&#8221;.</p>
<p><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/8841/webwriting/um_dia_de_webwriter/" target="_blank"><strong>:: Confira a entrevista na íntegra</strong></a></p>


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