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	<title>Ariane Fonseca</title>
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	<description>Diário de um repórter</description>
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		<title>Mulher e jornalista: uma mistura que dá certo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[dia internacional da mulher]]></category>
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Que ser mulher é uma tarefa árdua e bem complicada, todo mundo já sabe. Ninguém nos entende (para ser sincera nem nós mesmas). Neste Dia Internacional da Mulher minha homenagem é para aquela que tem que ser mãe, dona de casa, amiga, esposa&#8230; aquela que precisa acordar de madrugada para cobrir uma pauta do outro [...]]]></description>
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<p>Que ser mulher é uma tarefa árdua e bem complicada, todo mundo já sabe. Ninguém nos entende (para ser sincera nem nós mesmas). Neste Dia Internacional da Mulher minha homenagem é para aquela que tem que ser mãe, dona de casa, amiga, esposa&#8230; aquela que precisa acordar de madrugada para cobrir uma pauta do outro lado da cidade, mas antes tem que deixar o lanche do filho pronto para ir para a escola e o café da manhã do marido feito.</p>
<p>Em todas as profissões há suas glórias e dificuldades, mas no jornalismo, em especial, a rotina pesada e sem horário castiga aquela que precisa ser mil em uma. Não sei se vocês sabem, mas nós conquistamos definitivamente nosso lugar no jornalismo. Sem nos intimidarmos com o ambiente predominantemente masculino nos meios de comunicação, realidade até meados da década de 1980, mostramos que, com determinação, somos tão capazes como os homens de dominar a desafiadora arte de informar. Viramos o jogo e somos maioria na categoria!</p>
<p><span id="more-1262"></span>De acordo com levantamento da RAIS 2008, (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho, as mulheres são maioria entre os jornalistas formalmente empregados no Brasil: 54,4%. Em números absolutos, são 3,3 mil a mais do que homens. E são maioria em todos os locais de trabalho onde há jornalistas contratados (ou estatutários): empresas privadas, estatais e nas três esferas de governo.  Em 1995, a proporção era praticamente inversa: de um total de 5.746 jornalistas contratados, 57,38% eram homens e 42,62% mulheres.</p>
<p>Escolhi algumas mulheres, em diferentes ramos do jornalismo, que fazem muito bem o seu trabalho. Confira:</p>
<p><strong>Impresso</strong><br />
<a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63840-15230,00-ARQUIVO+ELIANE+BRUM.html" target="_blank"><strong>Eliane Brum</strong></a></p>
<p>Foi repórter especial da Revista Época por quase dez anos. Saiu do periódico neste ano para se dedicar a projetos pessoais. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de Jornalismo. É autora de &#8216;A vida que ninguém vê&#8217; e  &#8216;O olho da rua&#8217;. Ainda mantém sua coluna no site da Época &#8220;Nossa sociedade&#8221;.</p>
<p><strong>Rádio</strong><br />
<a href="http://twitter.com/Ercolin" target="_blank"><strong>Carolina Ercolin</strong></a><br />
Confesso que não sou muito fã de rádio, então, pedi para o meu amigo Leonardo Souza (que é fissurado neste meio de comunicação) me ajudar a apontar uma boa jornalista radiofônica. Ele apontou a Carolina, apresentadora da Rádio Bandeirantes de São Paulo. Ela ganhou a 6ª edição do Troféu Mulher Imprensa deste ano na sua categoria.</p>
<p><strong>TV</strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ktVZ_C-Ye-4" target="_blank"><strong>Neide Duarte</strong></a></p>
<p>Jornalista-poeta, Neide tem um jeito especial de escrever seus textos. É a minha jornalista preferida. Depois de trabalhar por três anos como repórter do jornal Folha de São Paulo, ingressou na Rede Globo. Ficou por 16 anos fazendo matérias especiais para o Jornal Nacional, Fantástico e Globo Repórter. Antes de voltar para a emissora dos Marinho, onde está atualmente,  apresentou e dirigiu o programa Caminhos e Parcerias, da TV Cultura, e viajou o Brasil contando histórias de projetos sociais. Recebeu 11 prêmios nacionais e reconhecimento internacional pelas suas matérias.</p>
<p><strong>Online</strong><br />
<a href="http://twitter.com/PollyanaFerrari" target="_blank"><strong>Pollyana Ferrari</strong></a></p>
<p>Pollyana é professora de Jornalismo Digital na PUC-SP e doutora em mídias digitais. Dedica-se ao mercado editorial de informática desde o final dos anos 1980 e à internet desde 1995 (numa época que muita gente nem sabia o que era isso). Foi diretora da unidade de Internet da Editora Globo; editora do site da revista Época; editora-chefe do programa Vitrine, da TV Cultura; e diretora de conteúdo do portal iG.</p>

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		<title>Diário de bordo: quem disse que seria fácil?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 02:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[diario de bordo]]></category>
		<category><![CDATA[dinei]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[neto]]></category>
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Neste final de semana fiz mais duas gravações para o meu TCC: uma com o Neto (jogador fundamental para o primeiro título Brasileiro do Corinthians, em 90) e outra com Dinei (o irreverente atacante que participou das conquistas dos Brasileiros de 90, 98 e 99, além do Mundial em 2000). Não estava nada planejado, descobri [...]]]></description>
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<p>Neste final de semana fiz mais duas gravações para o meu TCC: uma com o Neto (jogador fundamental para o primeiro título Brasileiro do Corinthians, em 90) e outra com Dinei (o irreverente atacante que participou das conquistas dos Brasileiros de 90, 98 e 99, além do Mundial em 2000). Não estava nada planejado, descobri na quinta-feira que eles participariam de um jogo beneficente por São Luiz do Paraitinga (cidade histórica devastada pelas chuvas do começo do ano), em Taubaté (SP), e comecei a ver a possibilidade de entrevistá-los lá.</p>
<p>Eu tinha o telefone pessoal do Neto e liguei para ver se ele aceitava gravar, só consegui confirmar na sexta-feira à tarde. Dai foi juntar o equipamento e partir para Taubaté, que fica cerca de uma hora e meia da minha casa. O Neto estava na minha lista de entrevistados inicial, mas se conseguisse o Dinei também seria um lucro e tanto. Sonho meu que pensei que seria fácil.</p>
<p><span id="more-1247"></span>No sábado eu percebi como é duro ser jornalista esportiva, ainda mais sendo mulher. Rodeado por homens, muitos deles machistas, o mundo do futebol tem seu lado ruim. Ralei para conseguir falar com o Neto, fiquei o jogo todo andando atrás da produtora da Band que estava o acompanhando. A partida foi ideia dele (Corinthians Master x Amigos do Neto); logo, o craque corintiano foi o centro das atenções e todo mundo queria uma palavrinha.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/arianef/sets/72157623421736527/" target="_blank"><strong>:: Veja mais fotos no Flickr</strong></a></p>
<p>Resumindo: eu não podia gravar junto com os outros jornalistas por causa da estética do documentário e, todas as vezes que eu chegava perto, algum repórter também se aproximava. Cheguei lá por volta das 10h e só consegui fechar as duas entrevistas lá pelas 14h. Mas o balanço geral foi positivo. Economizei uma boa grana por ter ficado aqui na minha região mesmo.</p>
<p>Entretanto, com essas quatro gravações finalizadas (na terça-feira já tinha entrevistado o <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/corinthians/diario-de-bordo-primeiras-entrevistas-do-tcc" target="_blank"><strong>Celso Unzelte e a Marília Ruiz</strong></a>), pude fechar o meu orçamento com mais propriedade. As notícias não foram muito boas, pois ele chegou em R$ 5.000. Para uma universitária que tem bolsa pelo Prouni (Programa Universidade para Todos), acredite, é muito dinheiro. Mas vai dar certo!</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p><strong>Gasto: </strong>R$ 64</p>
<p><strong>Entrevistas: </strong>Dinei e Neto<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Companheiros de viagem: </strong>Tio Adriano (motorista), pai Batista (torcedor fanático do Corinthians), professor Ednelson (amigo) e Wesley (cinegrafista)</p>
<p><strong>OBS:</strong> O Dinei é uma figura rara na história deste país, a loucura e a simpatia em forma de gente.</p>
<p><strong><a href="../index.php/category/corinthians" target="_blank"><strong>:: Acompanhe mais posts sobre a produção do  documentário dos 100 anos do Corinthians</strong></a></strong></p>

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		<title>Diário de bordo: primeiras entrevistas do TCC</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 16:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[celso unzelte]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[marília ruiz]]></category>
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		<description><![CDATA[
Técnicas de entrevista foram assunto (e muito assunto) no primeiro ano de faculdade. Nos últimos três anos fiz inúmeras, tanto para trabalhos de classe como para a vida de jornalista. Mas as duas primeiras do meu TCC sobre o Corinthians foram diferentes.
Ficou uma mistura de nervosismo com ansiedade. Por mais que eu já tivesse pesquisado [...]]]></description>
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<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Técnicas de entrevista foram assunto (e muito assunto) no primeiro ano de faculdade. Nos últimos três anos fiz inúmeras, tanto para trabalhos de classe como para a vida de jornalista. Mas as duas primeiras do meu TCC sobre o Corinthians foram diferentes.</p>
<p>Ficou uma mistura de nervosismo com ansiedade. Por mais que eu já tivesse pesquisado muito sobre o assunto e sobre os entrevistados, só fiquei calma quando abri a boca para fazer a primeira pergunta. Talvez seja pela responsabilidade do trabalho (TCC costuma ser o bicho papão dos universitários), talvez pela luta para deixar meu lado torcedora separada do lado jornalista.</p>
<p><span id="more-1234"></span>Como muitos sabem, e eu não escondo de ninguém, sou corintiana roxa. Desde que me conheço por gente torço por esse time de futebol junto com quase 24 milhões de pessoas. De poucas coisas que me recordo da infância, tenho claramente as imagens do meu pai (outro fanático) me jogando para cima a fim de comemorar um gol. Eu realmente o amo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/arianef/sets/72157623421736527/" target="_blank"><strong>:: Veja mais fotos dos bastidores das entrevistas</strong></a></p>
<p>O maior desafio de fazer esse documentário não é financeiro (o orçamento ficou em torno de R$ 4 mil se der tudo certo, o meu salário do ano todo praticamente) ou a busca de contatos para as fontes escolhidas; mas, sim, dentro de mim. Quis fazê-lo para provar que consigo separar as coisas, que sei ser jornalista e torcedora.</p>
<p>O meu desejo no jornalismo é seguir a área esportiva aliada com a online (minhas duas paixões). Nada melhor do que começar com um grande projeto que tenta resgatar cem anos, em cerca de uma hora, com pelo menos 30 vozes diferentes.</p>
<p>Ontem as entrevistas foram com o jornalista e pesquisador da história do futebol, Celso Unzelte, e com a também jornalista, <a href="http://twitter.com/mariliaruiz" target="_blank"><strong>Marília Ruiz</strong></a>. Tive sorte! Os dois foram bem simpáticos e solícitos.  Agradeço a Ocimara (amiga palmeirense do meu pai que foi dirigindo), o <a href="http://twitter.com/ednelsonprado" target="_blank"><strong>Ednelson Prado</strong></a> (co-orientador flamenguista que foi dar apoio moral) e ao <a href="http://twitter.com/wesleycamera" target="_blank"><strong>Wesley Soares</strong></a> (cinegrafista e editor corintiano pela paciência com as minhas chatices).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p><strong>Gasto:</strong> R$ 231,00</p>
<p><strong>Entrevistas:</strong> Celso Unzelte e Marília Ruiz</p>
<p><strong>Companheiros de viagem:</strong> Ocimara, Ednelson e Wesley</p>
<p><strong>OBS: </strong>Eu cheguei a gravar um vídeo de bastidores, mas como vai demorar um pouquinho para editar, resolvi já escrever para não perder o encanto. Assim que ele tiver pronto, posto aqui também.</p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/category/corinthians" target="_blank"><strong>:: Acompanhe mais posts sobre a produção do documentário dos 100 anos do Corinthians</strong></a></p>

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		<item>
		<title>As características da revista</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo impresso]]></category>
		<category><![CDATA[marilia scalzo]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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Hoje pela manhã um colega de trabalho me questionou se há diferença na essência do jornalismo nos diferentes veículos de comunicação. Os fundamentos da área, independentemente do tipo de veículo, são os mesmos: independência, veracidade, objetividade, honestidade, imparcialidade, exatidão, credibilidade. A diferença está no formato do meio de comunicação, que, por sua vez, têm públicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje pela manhã um colega de trabalho me questionou se há diferença na essência do jornalismo nos diferentes veículos de comunicação. Os fundamentos da área, independentemente do tipo de veículo, são os mesmos: independência, veracidade, objetividade, honestidade, imparcialidade, exatidão, credibilidade. A diferença está no formato do meio de comunicação, que, por sua vez, têm públicos diferentes e precisa de tratamento específico.</p>
<p>Fiquei com vontade de escrever um post sobre o assunto. Foi ai que lembrei que precisava levar para a faculdade hoje um resumo sobre o que é jornalismo de revista. Aproveitando a breve pesquisa, resolvi compartilhar com vocês o que encontrei, visto que este formato, como diz a minha professora Bianca de Freitas, é o “suprassumo” (essa nova reforma ortográfica ainda me é muito estranha) do jornalismo.</p>
<p>De acordo com Marília Scalzo, em seu livro<strong> </strong><a href="http://compare.buscape.com.br/jornalismo-de-revista-marilia-scalzo-8572442448.html" target="_blank"><strong>“Jornalismo de Revista”</strong></a>, este formato do jornalismo impresso tem três características definidoras. A primeira é a especialização; cada uma possui um tipo público bem definido e deve ser feita visando falar com essas pessoas, trazer projeto editorial e gráfico condizente com suas expectativas e repertório.</p>
<p><span id="more-1227"></span>A segunda é o próprio formato físico. Maior apuro gráfico, papel e impressão melhores, portanto maior cuidado com a imagem. O design de revistas é algo mais refinado que o de outros produtos comunicacionais impressos. A terceira é a periodicidade. As revistas jornalísticas semanais, por exemplo, se diferenciam dos jornais impressos por aprofundar mais o assunto e por dar mais espaço para o estilo individual do escritor.</p>
<p>Neste formato, a pauta e o texto são fatores predominantes para um bom resultado. Marília, em sua obra, diz que o segredo está na apuração e quem tem um número maior de informações qualificadas na mão tem muito mais chances de escrever uma boa reportagem, um bom artigo ou uma boa notícia do aquele que simplesmente escreve bonito. “Não adianta querer ficar bordando um texto vazio de informação. Jornalismo não é literatura. Quando se tenta arrisca-se a cair na literatice”.</p>
<p>Além disso, um fato que merece destaque é a empatia com o leitor. Logo no inicio do livro, Marília explica o porquê: “Os leitores costumam manter uma relação quase passional com suas revistas favoritas. Não é à toa que gostem de andar com elas debaixo do braço, como se fossem uma espécie de emblema ou sina de identificação. Muito do fascínio deste tipo de publicação vem justamente da capacidade que ele tem de construir fortes laços de empatia com seu público [...]”.</p>
<p>Minha professora Bianca questionou ontem e é verdade: quem tem coragem de jogar uma revista fora, assim como faz com um jornal? Muitas pessoas chegam a colecionar o periódico. A primeira revista foi fundada em 1663 na Alemanha e se chamava Erbauliche Monaths Unterredungen (no bom português, algo como “Edificantes Discussões Mensais”). Tratava-se de um volume com a forma e formato de livro, e só foi caracterizada como tal, por conta dos artigos de teologia, possuir público específico e periodicidade regular. Dois anos depois, surge na França a primeira revista literária, a Journal des Savants.</p>
<p>O termo magazine surgiu somente em 1704, na Inglaterra, com um volume que se parece com livro, mas tem objetivo, público específico, com assuntos aprofundados. O magazine, de fato, é mais aprofundado que os jornais e menos do que os livros. Os títulos da época transitam por várias estéticas. Só em 1731 surge a primeira revista parecida com nosso padrão moderno. Ela nasceu na Inglaterra e se chamava &#8216;The Gentleman&#8217;s Magazine&#8217; (algo como “A revista dos cavalheiros” para nós).</p>
<p>O formato cresceu mesmo no século XIX com o crescimento dos cidadãos alfabetizados e virou moda. Até 2000, eram vendidas no Brasil 600 milhões de exemplares de revistas/ano. Nos EUA, eram 6 bilhões. O maior sucesso editorial da atualidade é a Cosmopolitan, presente em 25 países. Sua fórmula é falar para a mulher jovem, interessada em carreira, beleza, relacionamentos amorosos, sexo.</p>
<p><strong>As revistas no Brasil</strong></p>
<p>Quais foram as principais revistas brasileiras? Marília Scalzo nos ajuda a fazer memória:</p>
<ul>
<li>1812: As variedades (BA) – sobre literatura, em forma de livro;</li>
<li>1813: O Patriota (RJ);</li>
<li>1817: O Propagador das Ciências (RJ) – primeira segmentada;</li>
<li>1849: A Marmota da Corte (RJ) – introduziu humor e textos curtos;</li>
<li>1898: Rio Nu (RJ) – contos picantes, fotos eróticas e política; 1900: Revista da Semana – com reconstituição de crimes através de fotos;</li>
<li>1905: Tico-Tico – primeira em quadrinhos;</li>
<li>1928: O Cruzeiro – dos Diários Associados, trazia grandes reportagens fotográficas, ilustrações, chegou a vender 700 mil exemplares por semana nos anos 50, quebrou em 1978;</li>
<li>1929: Revista do Globo (RS), publicada pela Livraria e Editora Globo de Porto Alegre, continha ilustrações, abria espaço para poetas;</li>
<li>1950: Pato Donald – primeira da Editora Abril; 1952: Manchete – &#8221; Aconteceu virou Manchete&#8221; , valorizava fotos, ilustrações, fait divers, fechou em 2000;</li>
<li>1966: Realidade – da Abril, deixou saudades nos jornalistas, era adepta ao jornalismo investigativo, grande reportagem evidenciando as mazelas sociais em plena ditadura, durou até 1976;</li>
<li>1968: Veja – inspirada na Time, notícias da semana divididas em seções, texto objetivo, uma revista que hoje vende mais de 1 milhão de exemplares por semana, é a quarta maior revista informativa do mundo.</li>
</ul>
<p>Na década de 60, surgiram também as revistas de Maurício de Souza, Manequim, Quatro Rodas, Claudia (com fotonovelas, decoração, beleza, problemas femininos), Ele e Ela. Na década de 70, surgiram IstoÉ, Visão, Exame (a primeira de negócios), Playboy, Nova, entre outras.</p>
<p><strong>Fontes de pesquisa:</strong></p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=388DAC001" target="_blank"><strong>:: Alexander Goulart: Uma lupa sobre o jornalismo de revista</strong></a><br />
<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/resenhas4_b.htm" target="_blank"><strong>:: Paulo Sérgio Pires: Uma boa folheada no Jornalismo de Revista</strong></a></p>
<p>E, como não poderia deixar de faltar: SCALZO, Marília. <a href="http://compare.buscape.com.br/jornalismo-de-revista-marilia-scalzo-8572442448.html" target="_blank"><strong>Jornalismo de revista</strong></a>. São Paulo: Contexto, 2004.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/o-publico-e-o-veiculo-que-faz" target="_blank"><strong>:: O público é o veículo que faz</strong></a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Mas afinal&#8230; o que é mesmo documentário?</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/corinthians/mas-afinal-o-que-e-mesmo-documentario</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Percebi que muita gente têm entrado aqui no blog, pelos sistemas de busca, a fim de encontrar conteúdos referentes a produção de documentários. Como muitos de vocês já sabem, estou produzindo um trabalho em vídeo neste formato sobre o centenário do Corinthians como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da faculdade de Jornalismo.
Cheguei a receber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Percebi que muita gente têm entrado aqui no blog, pelos sistemas de busca, a fim de encontrar conteúdos referentes a produção de documentários. Como muitos de vocês já sabem, estou produzindo um trabalho em vídeo neste formato sobre o centenário do Corinthians como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da faculdade de Jornalismo.</p>
<p>Cheguei a receber alguns e-mails pedindo sugestões de livros, então, resolvi compartilhar por aqui essas obras para também ajudar outras pessoas. Mas, antes de começar, quero deixar algumas definições sobre o que significa documentário, segundo Fernão Pessoa Ramos, em seu livro <a href="http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_livros.asp?produto=18018" target="_blank"><strong>“Mas afinal&#8230; o que é mesmo documentário?”</strong></a>:</p>
<p><span id="more-1216"></span></p>
<ul>
<li>“Ao contrário da ficção, o documentário estabelece asserções ou proposições sobre o mundo histórico” &#8211; pág. 22</li>
<li>“As proposições, as asserções, do documentário são enunciadas através de estilos diversos, variando historicamente. Há sempre uma voz que anuncia no documentário, estabelecendo asserções. No documentário clássico, até o final dos anos 1950, predomina a locução fora-de-campo (a voz over ou voz de Deus)” &#8211; pág. 23</li>
<li>“No documentário contemporâneo clássico, o qual denomino documentário cabo, as vozes parecem misturadas na maneira de postular. A voz do saber, em sua nova forma, perde a exclusividade da modalidade over. Ainda temos a voz over, mas os enunciados assertivos são assumidos por entrevistas, depoimentos de especialistas, diálogos, filmes de arquivo. O documentário, portanto, se caracteriza como narrativa que possui vozes diversas que falam do mundo, ou de si” &#8211; pág. 24</li>
<li>“O documentário, antes de tudo, é definido pela intenção de seu autor de fazer um documentário (intenção social, manifestada na indexação da obra, conforme percebida pelo espectador). Podemos destacar como próprios à narrativa documentária: presença de locução (voz over), presença de entrevistas ou depoimentos, utilização de imagens de arquivo, rara utilização de atores profissionais, intensidade particular da dimensão da tomada” &#8211; pág. 25</li>
<li>&#8220;Historicamente, o documentário surge nas beiradas da narrativa ficcional, da propaganda e do jornalismo. A frase clássica de Grierson define o documentário como tratamento criativo das atualidades. […] O documentário inglês constitui o primeiro momento no qual o documentário pensa a si mesmo, enquanto forma narrativa particular&#8221;. &#8211; pág. 55</li>
<li>&#8220;O documentário brasileiro, do inicio do falado até o surgimento da geração cinemanovista, articula-se basicamente em torno do Ince (Instituto Nacional do Cinema Educativo) e na figura de nosso principal diretor do final do mudo, Humberto Mauro. […] Seu trabalho de documentarista cobre cerca de trinta anos, entre 1936 e 1964, e encontra-se geralmente à sombra do breve sucesso no cinema de ficção&#8221;. &#8211; pág. 249</li>
</ul>
<p><strong>OBS: </strong>O livro é ótimo e traz muitos outros tópicos interessantes, como a diferença entre o cinema clássico (na qual predomina a &#8216;voz em over&#8217; – aqueles filmes onde fica aparecendo imagens e um cara em off explica o que elas significam &#8211; e o contemporâneo – modelo atual onde as várias entrevistas formam o conteúdo).</p>
<p><strong>Outras obras indicadas para documentários jornalísticos:</strong></p>
<ul>
<li>CAMPOS, Flávio.<a href="http://www.roteirodecinema.com.br/livros/roteirodecinemaetelevisao.htm" target="_blank"><strong> Roteiro de cinema e televisão</strong></a>. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2007.</li>
<li>GODOY, Hélio. <a href="http://www.curtagora.com/curtagoralivros/default.asp?Servico=MostraLivro&amp;Codigo=792" target="_blank"><strong>Documentário, realidade e Semiose: os sistemas audiovisuais como fonte de conhecimento</strong></a>. São Paulo, Cortez, 2001.</li>
<li>LINS, Consuelo.<a href="http://books.google.com.br/books?id=TAqadtCpYgYC&amp;printsec=frontcover&amp;dq=O+Document%C3%A1rio+de+Eduardo+Coutinho:+televis%C3%A3o,+cinema+e+v%C3%ADdeo&amp;source=bl&amp;ots=zIFKEKiEXk&amp;sig=k7B2h-8mRPpGFPoXfpK9zi--7XI&amp;hl=pt-BR&amp;ei=ktp-S6j_IM-0tgeyqpjDDw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CAYQ6AEwAA#v=onepage&amp;q=&amp;f=false" target="_blank"><strong> O Documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo</strong></a>. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 2004.</li>
<li>NICHOLS, Bill.<a href="http://compare.buscape.com.br/introducao-ao-documentario-bill-nichols-8530807855.html" target="_blank"><strong> Introdução ao documentário</strong></a>. Trad. Mônica Saddy Martins. Campinas, SP: Papirus, 2005.</li>
<li>PATERNOSTRO, Vera Iris. <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/695568" target="_blank"><strong>O texto na TV: manual do telejornalismo</strong></a>. Campus Ed., 2006.</li>
<li>PUCCINI, Sérgio. <a href="http://www.roteirodecinema.com.br/livros/roteiro_de_documentario.htm" target="_blank"><strong>Roteiro de documentário: da pré-produção a pós-produção</strong></a>. Campinas, Papirus, 2009.</li>
<li>ZANDONADE, Vanessa. <a href="http://www.bocc.uff.br/pag/zandonade-vanessa-video-documentario.pdf" target="_blank"><strong>O vídeo documentário como instrumento de mobilização social</strong></a>: 2003.</li>
<li>WATTS, Harris.<strong> <a href="http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_47984.html" target="_blank">On Câmera: o curso de produção de filme e vídeo da BBC</a></strong>. Summus Ed., 1990.</li>
</ul>
<p><strong>Eu também encontrei uns textos na internet que me ajudaram muito, segue os links:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.scribd.com/doc/26521241/Roteiro-de-documentario" target="_blank">Roteiro de documentário</a></strong> (tese de mestrado de Sérgio Puccini que inspirou o livro)</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/nuppag1/A%20ideia%20do%20documentario.pdf" target="_blank"><strong>A ideia do documentário</strong></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.cult.ufba.br/enecult2009/19267.pdf" target="_blank"><strong>A voz do documentário</strong></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.pos.eco.ufrj.br/docentes/publicacoes/clins_6.htm" target="_blank"><strong>O cinema de Eduardo Coutinho: uma arte do presente</strong></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.fnpj.org.br/downloads/ana-ivete-rogerio(document)%5B2006%5D.pdf" target="_blank"><strong>Documentário e vídeo-reportagem</strong></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/nuppag1/Escrevendo%20um%20documentario.pdf" target="_blank"><strong>Escrevendo um documentário: o que faz o roteirista</strong></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.midiaindependente.org/media/2009/06/448249.pdf" target="_blank"><strong>O roteiro no cinema documentário</strong></a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/category/corinthians" target="_blank"><strong>:: Acompanhe todos os posts sobre o meu documentário do Corinthians</strong></a></p>

]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A arte de sensibilizar o olhar</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/a-arte-de-sensibilizar-o-olhar</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 09:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[olhar]]></category>
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Mexendo nas coisas antigas da faculdade, achei o texto “A arte de sensibilizar o olhar”, da antropóloga Débora Krischke Leitão, que li nas aulas de Antropologia (sim, na minha faculdade temos essa disciplina no curso de Jornalismo e acho muito importante). Infelizmente, não o achei disponível na web para mostrar a vocês.
De acordo com a [...]]]></description>
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<p>Mexendo nas coisas antigas da faculdade, achei o texto “A arte de sensibilizar o olhar”, da antropóloga Débora Krischke Leitão, que li nas aulas de Antropologia (sim, na minha faculdade temos essa disciplina no curso de Jornalismo e acho muito importante). Infelizmente, não o achei disponível na web para mostrar a vocês.</p>
<p>De acordo com a autora, passar do olhar crítico ao sensível compreende trocar incessantemente de lugar, ver o que nos é familiar com espanto e estranhamento e o que é do outro como familiar. O ser humano tem uma tendência forte a achar que sua forma de ver o mundo é a mais correta, quando não, a única correta.</p>
<p><span id="more-1193"></span>Isso faz com que tenhamos dificuldade de aceitar o que é do outro e o que é o outro. Formamos um (pré) conceito sobre tudo e todos e achamos que somente nós estamos certo. <em>“Sabemos que os franceses não tomam banho; os mexicanos são preguiçosos; os suíços, pontuais; os italianos, ruidosos; os judeus, argentários; os árabes, desonestos; os japoneses, trabalhadores, e por aí afora.</em></p>
<p><em>Sabemos também que cariocas são folgados; baianos, festeiros; nordestinos, miseráveis; mineiros, diplomatas. Sabemos ainda que o negro não tem o mesmo potencial que o branco, a não ser em algumas atividades bem-definidas como o esporte, a música, a dança e algumas outras que exigem mais do corpo e menos da inteligência.</em></p>
<p><em>Quando nos deparamos com um exceção admitimos que alguém possa ser limpo, apesar de francês; trabalhador, apesar de mexicano; discreto, apesar de italiano; honesto, apesar de árabe; desprendido do dinheiro, apesar de judeu; preguiçoso, apesar de japonês e também por aí afora. Mas admitimos com relutância e em caráter totalmente excepcional”</em>, como define muito bem o texto <a href="http://fxrnxndx.blogspot.com/2006/09/o-preconceito-nosso-de-cada-dia-jaime.html" target="_blank"><strong>“O preconceito nosso de cada dia”</strong></a>, de Jaime Pinsky.</p>
<p>Somente quando reconhecemos as diferenças culturais passamos a compreender mais sobre nós mesmos. Aceitamos que há diferentes formas de se casar, de crenças religiosas e maneiras divergentes de manifestar a dor que podem afetar o modo de entender nossa própria cultura.</p>
<p>Assim, passamos a ter um olhar crítico, mas, antes de tudo, sensível. Ao passar deste olhar para o poético aprendemos a perceber as coisas com detalhes, nos tornamos ricos culturalmente e de espírito, além de adquirirmos a capacidade de ver as situações por vários ângulos.</p>
<p>Quis dividir essa partilha com vocês porque, como jornalistas, não podemos ter este (pré) conceito com tudo e todos. Podemos não aceitar, mas, antes de tudo, precisamos respeitar as pessoas. Tem uma frase do Voltaire que eu amo: <em>&#8220;Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las&#8221;</em>. Pense nisso!</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/veja-o-mundo-pelos-olhos-de-uma-crianca" target="_blank"><strong>:: Veja o mundo pelos olhos de uma criança</strong></a></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/percepcao-jornalistica-eis-o-item-que-falta-nas-redacoes" target="_blank"><strong>:: Percepção jornalística, eis o item que falta nas redações</strong></a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>A alienação nossa de cada dia</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/bbb10-alienacao-e-o-show-de-truman-da-atualidade</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[alienação]]></category>
		<category><![CDATA[BBB10]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[show de truman]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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Em tempos que BBB10 gera mais polêmicas que os escândalos da política brasileira, nada mais conveniente que lembrar do memorável filme ‘O Show de Truman’ (importante obra para estudantes e aspirantes a jornalistas assistirem). Encenado por Jim Carey, o filme traz à tona uma das criticas mais inteligentes da televisão feita pelo cinema.
Truman Burbank passa [...]]]></description>
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<p>Em tempos que BBB10 gera mais polêmicas que os escândalos da política brasileira, nada mais conveniente que lembrar do memorável filme<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/show-de-truman/show-de-truman.asp" target="_blank"><strong> ‘O Show de Truman’</strong></a> (importante obra para estudantes e aspirantes a jornalistas assistirem). Encenado por Jim Carey, o filme traz à tona uma das criticas mais inteligentes da televisão feita pelo cinema.</p>
<p>Truman Burbank passa 30 anos da sua vida como protagonista de um reality show, transmitido 24 horas por cinco mil câmeras. Seus vizinhos, seus patrões, sua mulher&#8230; são atores que contracenam com ele, para desfrute de milhões de espectadores espalhados pelo mundo todo, que seguem o programa avidamente.</p>
<p>Dentre outras críticas, o filme fala sobre o papel manipulador da TV e de seus diretores na vida das pessoas. Não é só Trumam que é controlado pelo poderoso Christof (responsável pelo programa), mas todas as pessoas que o assistiam.</p>
<p><span id="more-1195"></span>Truman está mais presente nesta sociedade do que nunca. Hoje, nos deparamos todos os dias com pessoas alienadas que acreditam e perdem grande parte do seu tempo em frente a TV. Esta última, por sua vez, ávida por ibope e dinheiro, deposita todas as suas fichas em porcarias que, infelizmente, chamam a atenção.</p>
<p>Quando assisti este filme na faculdade minha professora de Cinema, Olga Arantes, disse que a obra é um diagnóstico adequado para a sociedade contemporânea porque nada de realmente excepcional acontece na vidinha otimista de Truman. Ele sai de casa, cumprimenta os vizinhos, vive num mundo esterilizado, sem grandes emoções ou sobressaltos. E é exatamente esse “não acontecer” que torna a vida dele tão interessante para o público, assim como as novelas e reality shows de hoje.</p>
<p>Truman não ia perder o emprego, ficar doente ou ser abandonado pela mulher porque é o ator principal. Assim como nos dramas exibidos pela TV, mesmo que haja alguns obstáculos no caminho, o mocinho sempre vai terminar feliz com a mocinha e o vilão terá seu final trágico.</p>
<p>Num mundo assustador como esse, tudo o que se deseja é que nada aconteça. Esses programas oferecem, diariamente, uma sensação de segurança que falta aos telespectadores. Talvez seja esse o motivo que leva milhares de pessoas a perderem seus dias e dedicarem todas as suas preocupações com Tessália, Dourado, namoro escondido de Helena e Bruno&#8230;</p>
<p>Confira um trailer do filme:</p>
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/bbb10-alienacao-e-o-show-de-truman-da-atualidade"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>

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		</item>
		<item>
		<title>40 motivos para se casar com um jornalista</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 15:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entre bits e bytes]]></category>
		<category><![CDATA[40 motivos]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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Esta semana ficou famosa na internet uma lista do blog Espaço com Design com “50 motivos para não se casar com um designer”. Inspirado no post, muitas profissões aderiram a brincadeira e também criaram adaptações para as suas áreas.
Eu, só para ser do contra, resolvi também brincar. Mas ao invés de criar uma lista negativa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Esta semana ficou famosa na internet uma lista do blog Espaço com Design com <a href="http://www.espaco.com/design/50-razoes-para-nao-casar-com-um-designer-grafico/" target="_blank"><strong>“50 motivos para não se casar com um designer”</strong></a>. Inspirado no post, muitas profissões aderiram a brincadeira e também criaram adaptações para as suas áreas.</p>
<p>Eu, só para ser do contra, resolvi também brincar. Mas ao invés de criar uma lista negativa, montei uma com 40 motivos para se casar com um jornalista, afinal, temos que falar das coisas boas também.</p>
<p><strong>Segue a lista:</strong></p>
<p><span id="more-1182"></span></p>
<ol>
<li>Jornalista geralmente é criativo, ele vai surpreender você quando menos esperar;</li>
<li>São curiosos e antenados, você sempre ficará por dentro de tudo que acontece;</li>
<li>Eles não ganham bem, mas isso é bom porque vocês podem aprender a economizar dinheiro;</li>
<li>No Natal, Ano Novo, Carnaval&#8230; eles provavelmente estarão na redação. Mas, pense pelo lado positivo: antes trabalhando do que vagabundando;</li>
<li>E outra! Trabalhando muito, eles não têm tempo de se interessar por outra pessoa;</li>
<li>Eles não são bons de matemática, mal sabem somar e subtrair; mas, para que saber isso se são os mestres da escrita?;</li>
<li>Acostumados com pautas, são bem organizados e planejam bem as coisas antes de fazê-las;</li>
<li>Como é fissurado por fontes, quando você tiver uma ótima ideia, ele não vai dizer aos amigos que foi coisa da cabeça dele. Dará todas as honras para você!;</li>
<li>Como vivem numa rotina corrida, não tem muito tempo para opinar nas coisas da casa. O que você fizer, ele vai achar lindo;</li>
<li>Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias). Monotonia não vai entrar na sua casa!;</li>
<li>Quando vocês brigarem, ele não vai achar que a opinião dele é a melhor. Tem que ouvir todos os lados de um fato, ele saberá analisar a situação!;</li>
<li>Em coberturas de grandes eventos, você poderá entrar de gaiato. Cada final de semana em um lugar diferente: jogos de futebol, avenida de escola de samba, lançamento de livros&#8230;;</li>
<li>Mantêm revistas e jornais no banheiro. Você nunca ficará olhando para o vácuo enquanto faz suas necessidades fisiológicas. Ganhará conhecimento!;</li>
<li>Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (o seu Zé, a Dona Maria, o Juquinha&#8230;) Todos com ótimas histórias de vida que vocês podem usar no cotidiano também para se tornarem pessoas melhores!;</li>
<li>Não vai faltar café na sua casa. Café e jornalista são praticamente sinônimos;</li>
<li>Ele pode escrever os votos matrimoniais da sua irmã, criar o conteúdo do site de negócios do seu pai, ensinar sua mãe a tirar fotos das amigas nos eventos do bairro. Ele aprende de tudo um pouco e gosta de compartilhar!;</li>
<li> Tudo para o jornalista tem uma explicação. Eles nunca vão se contentar com a primeira versão de um fato. Você sempre terá uma resposta, mesmo que demore;</li>
<li>São ótimos investigadores. Se alguém no trabalho passar a perna em você, rapidinho ele descobre quem é!;</li>
<li>Como trabalham muito, não tem tempo para beber demais, fumar, se envolver com drogas&#8230; Você terá um companheiro saudável!;</li>
<li>Tá bom, vai&#8230; eles não costumam comer coisas muito saudáveis. Mas se você for legal e fizer comida para ele levar ao trabalho, isso se resolve rapidinho, não é? =);</li>
<li>Suas viagens nunca serão monótonas! Se acontecer qualquer movimento estranho, ele vai logo querer saber o que é e infiltrará você junto para desvendar o problema;</li>
<li>Amam roupas leves e simples no dia a dia. Você não vai gastar muito dinheiro com isso;</li>
<li>Mas também sabem se arrumar bonitinhos para os eventos. Você terá um parceiro que sabe ser simples, mas também sabe arrasar. Tudo vai depender da ocasião;</li>
<li>A agenda é o seu melhor amigo. Mas, não fique com ciúmes! Pense pelo lado positivo, nunca vai esquecer nenhuma data importante, porque tudo fica rigorosamente descrito lá;</li>
<li>Eles não ficam irritados com “nãos”, afinal, estão acostumados com assessorias de imprensa que não querem divulgar os bafões. Você não terá um companheiro irritado, mas, em compensação ele não vai desistir até conseguir o que quer. Mas só de não se grosso já vale, não é!?;</li>
<li>Como são antenados, também sempre ficam sabendo das novidades tecnológicas primeiro. Às vezes, até ganham de presente para testar a ferramenta. Você terá tudo em primeira mão na sua casa;</li>
<li>Eles não se importam com calor, chuva, trovões&#8230; afinal, precisam estar onde a notícia está! Você poderá ir na praia com 50 graus tranqüila ou aquela viagem dos sonhos pode se tornar um pesadelo no caos de São Paulo que ele não vai blasfemar. Ainda vai dar risada da situação;</li>
<li>Acham que podem salvar o mundo com uma matéria. Olha que sensibilidade!;</li>
<li>Eles sempre sabem tudo todo o tempo;</li>
<li>Gostam de música para acalmar;</li>
<li>Leem livros raros, histórias para crianças e semiótica&#8230; Seus filhos serão super dotados se depender dele;</li>
<li>Sua vida social é infinitamente grande. Você nunca poderá reclamar que não conhece gente nova;</li>
<li>Eles estão acostumados com coisas chatas e sabem contorná-las muito bem. O casamento nunca vai virar algo monótono;</li>
<li>Eles gostam de camisas com estampas de alguma brincadeira sobre algo atual. Suas amigas vão ficar com inveja do seu companheiro inteligente;</li>
<li>Eles sempre têm uma opinião sobre qualquer coisa na face da Terra. Durante uma conversa entre amigos, vocês nunca ficarão apagados;</li>
<li> A maioria gosta de virar psicólogo, técnico de futebol e médico às vezes. Você terá um companheiro mil e uma utilidades;</li>
<li>Por causa da profissão, são forçados a aprender mais de um idioma. Você vai ouvir “Eu te amo” em, pelo menos, umas três línguas diferentes;</li>
<li>A primeira coisa que seu filho vai aprender é que a informação é a alma do negócio. Com dois anos, sua fofurinha vai saber o que é aquecimento global, mercado financeiro e já saberá criticar políticos;</li>
<li>Gostam de mudar de cidade, estado e até de país. Você conhecerá muitos lugares!;</li>
<li>Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja. Ô cultura!</li>
</ol>
<p><strong>Aproveite para aumentar a lista com suas sugestões, sempre bem-vindas!</strong></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Seis prêmios de jornalismo para você participar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
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Alguns prêmios de Jornalismo já abriram suas inscrições neste ano. Veja se você se encaixa em algum deles, a maioria é tanto para profissionais formados como para estudantes:

Top Etanol Jornalismo

O que é: Dividido em Jornalismo Impresso, Telejornalismo e Radiojornalismo, a iniciativa vai premiar matérias com temas relacionados a Agroenergia. O vencedor de cada categoria vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Alguns prêmios de Jornalismo já abriram suas inscrições neste ano. Veja se você se encaixa em algum deles, a maioria é tanto para profissionais formados como para estudantes:</p>
<ul>
<li><strong>Top Etanol Jornalismo</strong></li>
</ul>
<p><strong>O que é: </strong>Dividido em Jornalismo Impresso, Telejornalismo e Radiojornalismo, a iniciativa vai premiar matérias com temas relacionados a Agroenergia. O vencedor de cada categoria vai receber um diploma e a quantia de R$ 10 mil.<br />
<strong>Inscrições:</strong> até 19 de fevereiro<br />
<strong>Mais informações: </strong><a href="http://www.projetoagora.com.br/premiotopetanol" target="_blank">www.projetoagora.com.br/premiotopetanol</a></p>
<p><span id="more-1170"></span></p>
<ul>
<li><strong>Prêmio Sebrae de Jornalismo</strong></li>
</ul>
<p><strong>O que é:</strong> A iniciativa vai premiar matérias veiculadas na imprensa nacional (impresso, rádio, televisão e internet) relativas ao ambiente das micro e pequenas empresas no Brasil, além de melhor imagem fotojornalística e de repórter cinematográfico. O prêmio para a imagem é de R$ 3 mil e das outras quatro categorias, que vão premiar apenas um vencedor, será de R$ 12.500 mil. Os vencedores receberão também um troféu e, os finalistas, um certificado cada um. Todos os inscritos receberão uma assinatura semestral da Revista Imprensa para o ano de 2010, a partir do mês de abril.<br />
<strong>Inscrições:</strong> até 5 de março<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/premiosebrae/" target="_blank">www.portalimprensa.uol.com.br/premiosebrae</a></p>
<ul>
<li><strong>Prêmio Internet Segura de Jornalismo</strong></li>
</ul>
<p><strong> O que é:</strong> A iniciativa tem como objetivo estimular a imprensa a aumentar os esforços no sentido de divulgar informações que ajudem o usuário de internet a conhecer as melhores práticas na utilização da rede. As categorias são Tecnologia, Comportamento Seguro e Proteção da Infância e Adolescência, podendo o conteúdo ser impresso ou em mídia eletrônica. Os premiados em cada uma das três categorias irão receber um Vale-compras no valor de  R$ 12.600 mil (R$ 700 de cada um dos 18 membros do Comitê de Varejo Eletrônico da camara-e.net).<br />
<strong>Inscrições:</strong> até 31 de março<br />
<strong>Mais informações</strong>: <a href="http://www.internetsegura.org/premio" target="_blank">www.internetsegura.org/premio</a></p>
<ul>
<li><strong>Prêmio de Jornalismo do Parlamento Europeu</strong></li>
</ul>
<p><strong>O que é: </strong>A iniciativa premia trabalhos que tenham tratado questões importantes a nível europeu ou que tenham promovido um melhor conhecimento das instituições ou políticas da União Europeia. Será contemplado um vencedor – em cada uma das categorias impressa, rádio, televisão e internet – com o valor de 5 mil euros.<br />
<strong>Inscrições:</strong> até 31 de março<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="http://www.eppj.eu/view/pt/introduction" target="_blank">www.eppj.eu/view/pt/introduction</a> (está em português)</p>
<ul>
<li><strong>Prêmio João Valiante de Jornalismo</strong></li>
</ul>
<p><strong>O que é: </strong>A iniciativa visa destacar as melhores reportagens (impresso, rádio, televisão e internet) sobre reciclagem do alumínio veiculadas na imprensa brasileira. O nome do prêmio é uma homenagem a João Valiante, um dos primeiros incentivadores da atividade de reciclagem no país e um dos mais dedicados profissionais da indústria do alumínio no Brasil. Serão entregues aos autores ou às equipes (no caso de reportagens com mais de um autor) vencedoras dois prêmios de R$ 4 mil: um para a melhor reportagem na categoria Mídia Impressa e Webjornalismo e outro na categoria Mídia Eletrônica.<br />
<strong>Inscrições: </strong>até 7 de abril<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="http://www.expoaluminio.com.br/seminario/premio.php" target="_blank">www.expoaluminio.com.br/seminario/premio</a></p>
<ul>
<li><strong>Prêmio Santos-Dumont de Jornalismo</strong></li>
</ul>
<p><strong>O que é</strong>: O objetivo principal da iniciativa é cooperar para o desenvolvimento e divulgação da atividade aeronáutica no Brasil. Só são aceitas matérias publicadas em veículo impresso, nas seguintes categorias: Aviação Comercial, Aviação Militar, História da Aviação e Aviação em Geral. O prêmio para o primeiro colocado, em cada categoria, é uma viagem ao Exterior, além de diploma, placa comemorativa e ajuda de custo. Ao segundo, diploma e placa comemorativa.<br />
<strong>Inscrições:</strong> até 30 de dezembro<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="http://www.premiosantosdumont.com.br" target="_blank">www.premiosantosdumont.com.br</a></p>
<p>Se você souber de mais algum, por favor, deixe nos comentários deste post!</p>

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		<title>TCC: Entrevistados e pré-roteiro fechados</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 17:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arianef</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[pré-roteiro]]></category>
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Janeiro está chegando ao fim e, com ele, a primeira parte do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) também. A minha meta neste mês era investir na pesquisa, tanto do formato documentário como na história do Corinthians – objeto do meu trabalho; além de definir os entrevistados e esboçar o pré-roteiro.
Graças a um planejamento [...]]]></description>
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<p>Janeiro está chegando ao fim e, com ele, a primeira parte do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) também. A minha meta neste mês era investir na pesquisa, tanto do formato documentário como na história do Corinthians – objeto do meu trabalho; além de definir os entrevistados e esboçar o pré-roteiro.</p>
<p>Graças a um planejamento diário de metas, consegui alcançar esse objetivo. Ontem, finalizei o roteiro de perguntas para os 25 entrevistados que pretendo que participem do vídeo. Entres eles, estão jogadores do atual elenco, grandes craques do passado, jornalistas e comentaristas esportivos, além de presidentes, torcedores apaixonados e técnicos. Não vou contar quem são AINDA porque quero fazer surpresa.</p>
<p><span id="more-1164"></span>Estou viabilizando conseguir direito de imagem para disponibilizar o conteúdo aqui no blog quando eu finalizá-lo. Quanto as imagens de arquivo das emissoras será complicado por causa de grana; para trabalho acadêmico é de graça, mas para disponibilizar é outra história&#8230;</p>
<p>Enfim, se não conseguir as imagens de arquivo, pelo menos, as entrevistas eu disponibilizo com certeza. Por isso estou vendo agora com um amigo advogado esta possibilidade. Em fevereiro, já vou começar as gravações e a decupagem.</p>
<p>Assim que as entrevistas forem acontecendo, também vou disponibilizando alguns trechos aqui para vocês conhecerem os personagens da história. Em breve, farei uma enquete para sugestões do nome do documentário.</p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/category/corinthians" target="_blank"><strong>:: Veja mais posts sobre o documentário</strong></a></p>

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