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	<title>Ariane Fonseca - Jornalismo, Notícias e Opinião &#187; artigo</title>
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	<description>Artigos sobre jornalismo, atuação da mídia, notícias e opinião</description>
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		<title>Coluna, o espaço do furo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 10:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos posts, tendo em vista a busca pelo resumo do livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo, no meu blog eu apresentei uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo e resenha ou crítica. Para concluir essa síntese, hoje vamos falar sobre a coluna. A caracterização [...]


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<p>Para concluir essa síntese, hoje vamos falar sobre a coluna. A caracterização do colunismo na imprensa brasileira dá margem a ambigüidades. Há uma tendência geral para chamar de coluna toda seção fixa. De acordo com Rabaça e Barbosa, a natureza ambígua da coluna enquanto gênero jornalístico afigura-se como espaço de entrecruzamento de várias formas de expressão noticiosa.</p>
<p><span id="more-640"></span>Segundo eles, a coluna é “a seção especializada de jornal ou revista, publicada com regularidade, geralmente assinada, e redigida em estilo mais livre e pessoal do que o noticiário comum. Compõe-se de notas, sueltos, crônicas, artigos ou textos-legendas, podendo adotar, lado a lado, várias dessas formas. As colunas mantêm um título ou cabeçalho constante, e são diagramadas geralmente numa posição fixa e sempre na mesma página o que facilita a sua localização imediata pelos leitores” – pág. 140.</p>
<p>A coluna cumpre hoje uma função que foi peculiar ao jornalismo impresso antes do aparecimento do rádio e da televisão: o furo. Procura trazer fatos, idéias e julgamentos em primeira mão. Ela surgiu na imprensa norte-americana, em meados do século XIX, quando os jornais deixaram de ser doutrinários e adquiriram feição informativa.</p>
<p>Assim sendo, o público começou a desejar matérias que escapassem do anonimato redatorial e tivessem personalidades. No Brasil, o colunismo floresce na década de 50. Ibrahin Sued foi a figura que dinamizou o colunismo brasileiro mostrando a importância de seu conteúdo.</p>
<p>Inicialmente, o colunismo restringia-se a assuntos relacionados com os ambientes da alta sociedade, hoje se alastra para todas as áreas cobertas pelos jornais diários. Os tipos de coluna mais comuns na imprensa brasileira são: social, política, econômica, policial, esportiva, de livros, cinema, televisão e música.</p>
<p>Tendo como berço o jornalismo norte-americano, a coluna aparece, segundo Fraser Bond, por quatro tipos: a) coluna padrão (dedicada aos assuntos editorias de menor importância); b) coluna miscelânea (não se prende a nenhum assunto, incluindo uma grande variedade de temas e atribuindo uma certa dose de humor e sarcasmo aos assuntos tratados); c) coluna de mexericos (centralizada em pessoas, principalmente da alta sociedade); e d) coluna sobre bastidores da política (situa o leitor no mundo do poder, mostrando-o na sua intimidade). Além desses tipos, Bond faz referência a coluna editorial assinada (no Brasil, chamada de comunitária) e coluna dos leitores.</p>
<p>Pela própria natureza das mensagens que circula – rumores, instituições, projeções – a coluna não se presta à rapidez dos veículos eletrônicos, que exigem precisão nos fatos divulgados. Por isso, o colunismo permanece restrito aos veículos impressos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank">:: Jornalismo opinativo</a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank">:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</a></strong><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank"><strong>:: Comentário, o algo a mais das notícias informativas</strong></a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/afinal-o-que-e-um-artigo" target="_blank"><strong>:: Afinal, o que é um artigo?<br />
</strong></a><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/resenha-genero-destinado-a-orientar-na-escolha-de-produtos-culturais" target="_blank"><strong>:: Resenha, gênero destinado a orientar na escolha de produtos culturais</strong></a></p>


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		<title>Afinal, o que é um artigo?</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com base no livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo, essa semana estou apresentando uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. Na segunda-feira falei um pouco sobre o editorial, na quarta-feira sobre o comentário e, hoje, falaremos a respeito do artigo, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base no livro<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong> “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”</strong></a>, de José Marques de Melo, essa semana estou apresentando uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna.</p>
<p>Na segunda-feira falei um pouco sobre o <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>editorial</strong></a>, na quarta-feira sobre o <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank"><strong>comentário</strong></a> e, hoje, falaremos a respeito do artigo, que possui duas significações. O senso comum atribui-lhe o sentido de matéria publicada em jornal ou revista, não importando a natureza. As instituições jornalísticas, entretanto, identificam o artigo como um gênero específico, uma forma de expressão verbal.</p>
<p><span id="more-630"></span>Para Martín Vivaldi, o artigo é um “escrito, de conteúdo amplo e variado, de forma diversa, na qual se interpreta, julga ou explica um fato ou uma idéia atual, de especial transcendência, segundo a conveniência do articulista”.</p>
<p>Nesse conceito de Vivaldi, dois elementos são específicos ao artigo jornalístico: atualidade (liberdade de conteúdo e de forma ao articulista, mas ele deve tratar de fato ou idéia da atualidade; não se restringe ao cotidiano, mas ao momento histórico vivido) e opinião (significação maior do gênero, ou seja, ponto de vista que alguém expõe. Avaliação deve apresentar-se claramente).</p>
<p>Do ponto de vista formal, identificamos duas espécies de artigos: o artigo (propriamente dito) e o ensaio. A diferença entre ambos não reside apenas na extensão, mas também no tratamento dado ao tema e a argumentação utilizada.</p>
<p>Quanto à finalidade, o artigo toma duas feições: doutrinário (destina-se a analisar uma questão da atualidade, sugerindo ao público uma determinada maneira de vê-la ou de julgá-la) ou científico (destina-se a tornar público o avanço da ciência, repartindo com os leitores novos conhecimentos, novos conceitos).</p>
<p>De acordo com José Marques de Melo, cada espécie de artigo tem suas próprias características redacionais. Não há um padrão uniforme para sua concepção, depende da natureza do veículo em que se publica.</p>
<p>“Sendo colaboração espontânea ou solicitação nem sempre remunerada, o artigo confere liberdade completa ao seu autor. Trata-se de liberdade em relação ao tema, ao juízo de valor emitido, e também em relação ao modo de expressão verbal” – pag. 125.</p>
<p>Quem escreve artigos no jornalismo brasileiro tanto pode ser um jornalista, pertencente aos quadros regulares da instituição noticiosa, quanto um colaborador – escritor, professor, pesquisador, político, profissional liberal – convidado a escrever sobre assunto da sua competência.</p>
<p>O artigo é um gênero jornalístico peculiar à imprensa. Sua expressão não ocorre no rádio e na televisão, pela natureza abstrata que possui. Nos veículos audiovisuais, o papel que cumpre a intelectualidade através dos artigos de jornal é suprida por intermédio da entrevista.</p>
<p>Para Luiz Beltrão, o artigo publicado na imprensa tem mais potencialidades para vir a ser considerado uma produção literária. “Articulistas e cronistas são autênticos literatos, e, não tendo, como o profissional do dia-a-dia, de submeter-se á maior pressão do tempo reduzido da produção diária, podem burilar suas matérias não raro tornando-as antológicas e conferindo-lhes aquela perenidade que constitui exceção no exercício da atividade jornalística” – pág. 129.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank"><strong>:: Jornalismo opinativo</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank">:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank">:: Comentário, o algo a mais das notícias informativas</a></strong></p>


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		<title>Comentário, o algo a mais das notícias informativas</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como eu expliquei no post anterior, essa semana vou apresentar um resumo dos gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. A síntese é com base no livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo. O assunto de hoje é o comentário, gênero recentemente introduzido no Brasil, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu expliquei no <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>post anterior</strong></a>, essa semana vou apresentar um resumo dos gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. A síntese é com base no livro<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong> “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”</strong></a>, de José Marques de Melo.</p>
<p>O assunto de hoje é o comentário, gênero recentemente introduzido no Brasil, que atendeu a uma exigência da mutação jornalística que se processou por meio da rapidez na divulgação das notícias (rádio e televisão).</p>
<p><span id="more-624"></span>Suas avaliações são buscadas porque o cidadão sente-se desejoso de saber um pouco mais sobre determinado assunto e quer orientar-se sobre o desenrolar das ocorrências. Para Martínez Albertos, o comentário é um “editorial assinado”. Eugênio Castelli o identifica como gênero intermediário entre o editorial e a crônica, porque utiliza o método expositivo do editorial, mas introduz a ironia e o humor da crônica.</p>
<p>Na verdade, segundo José Marques de Melo, trata-se de um gênero que mantém vinculação estreita com a atualidade, sendo produzido em cima dos fatos que estão ocorrendo. Vem junto com a própria notícia.</p>
<p>O comentário surgiu como tentativa de quebrar o monopólio opinativo do editorial. Esse monopólio era conseqüência da unidade ideológica que possui o jornalismo pré-industrial. Mas, quando as instituições jornalísticas tomam caráter mercantil, seus dirigentes deparam-se com a inevitabilidade das concessões sociais.</p>
<p>A ótica utilizada não é necessariamente a da empresa. Abre-se oportunidade para que o jornalista competente possa emitir suas próprias opiniões, responsabilizando-se, naturalmente, por elas.</p>
<p>O comentarista é, geralmente, um jornalista com grande experiência e tirocínio, que acompanha os fatos não apenas na sua aparência, mas possui dados sempre disponíveis ao cidadão comum. Trata-se de um observador privilegiado. Ele tem elementos para emitir opiniões e valores capazes de credibilidade. É um analista que aprecia os fatos e estabelece conexões. Nem sempre o comentarista emite uma opinião explícita. Seu julgamento é percebido pelo raciocínio que utiliza, pelos rumos da sua argumentação.</p>
<p>O comentário ainda não teve seu diagnóstico feito com precisão no jornalismo brasileiro. Historicamente surge na década de 50 com destaque para o comentarista Assis Chateaubriand.</p>
<p>Mas, como comentar é uma atividade jornalística que não pode prescindir de liberdade, no duplo sentido de expressar pontos de vista e apreender o que ocorre no cenário dos acontecimentos, observa-se um declínio após o golpe de 1964: além da censura que se estabelece nos processos de difusão, com maior ou menor intensidade, verifica-se também o fechamento das fontes de informação. Apenas com a abertura política, especialmente nos anos de 1975 e 1976, o comentário reaparece com vigor.</p>
<p>Foi no rádio que o comentário encontrou sua maior expressão no jornalismo brasileiro contemporâneo. O seu segredo tem sido o de ampliar o seu universo temático, não se restringindo à política, economia e esportes, como ainda ocorre nos jornais, revistas e televisão; mas captando aquelas facetas da vida social que expressam as vicissitudes do cidadão comum.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank">:: Jornalismo opinativo<br />
</a></strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</strong></a></p>


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		</item>
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		<title>Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 03:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo um levantamento das palavras que os internautas buscam no Google que são direcionadas para o meu blog, percebi que existe uma procura grande sobre o resumo do livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo. Como fiz um trabalho sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo um levantamento das palavras que os internautas buscam no Google que são direcionadas para o meu blog, percebi que existe uma procura grande sobre o resumo do livro “<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong>Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro</strong></a>”, de José Marques de Melo.</p>
<p>Como fiz um trabalho sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna – itens esses tratados na obra – vou disponibilizar nessa semana a síntese que fiz para a minha turma de faculdade sobre esses formatos, começando pelo editorial. Eu já falei sobre eles <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank"><strong>aqui no blog</strong></a>, de forma bem resumida, mas agora serão mais explorados.</p>
<p><span id="more-619"></span>O editorial é um gênero jornalístico que expressa a opinião oficial da empresa diante dos fatos de maior repercussão no momento. Popularmente, se diz que ele contém a opinião do dono da instituição jornalística. Isso acontece nas organizações de porte médio ou pequenas empresas, onde o controle financeiro fica nas mãos de um proprietário ou de sua família.</p>
<p>Nas grandes instituições, o editorial reflete não exatamente a opinião dos seus proprietários nominais, mas o consenso das opiniões que emanam dos diferentes núcleos que participam da propriedade da organização.</p>
<p>A decisão do assunto e da forma como o editorial será escrito é feito pela diretoria, funcionando o editorialista, que se imagina alguém integrado na linha da instituição, como intérprete dos pontos de vista que se convenciona devam ser divulgados.</p>
<p>Quanto à morfologia, os editoriais que aparecem na imprensa brasileira se diferenciam em: artigo de fundo (editorial principal), suelto (pequena análise sobre um fato da atualidade) e nota (registro ligeiro de uma ocorrência, antecipando suas conseqüências ao leitor).</p>
<p>No que se refere ao conteúdo temos: informativo (esclarecedor); normativo (exortador) e ilustrativo (educador). O estilo pode sugerir duas espécies: o intelectual (racionalizante) e o emocional (sensibilizante). Finalmente, quanto à natureza, o editorial se divide em: promocional (coerente com a linha da empresa), circunstancial (oportunista) e polêmico (contestador, provocador).</p>
<p>Segundo José Marques de Melo, a opinião contida no editorial não se trata de uma atitude voltada para perceber as reivindicações da coletividade e expressá-las a quem de direito. Significa muito mais um trabalho de “coação“ ao Estado para a defesa de interesses dos segmentos empresariais e financeiros que representam.</p>
<p>Assim, podemos concluir que os editorias são dirigidos ao Estado e não à coletividade, embora esta tome conhecimento da argumentação usada e funcione como massa de manobra.</p>
<p>De acordo com Luiz Beltrão, os atributos específicos do editorial são: a) impessoalidade (não se trata de matéria assinada, utilizando portanto a terceira pessoa do singular ou a primeira do plural) ; b) topicalidade (tema bem delimitado, tratando de questões específicas); c) condensalidade (poucas idéias, breve e claro) ; d) plasticidade (flexibilidade, ritmo dos fatos com seus desdobramentos).</p>
<p>“Os editoriais são lidos por menos de 10% dos leitores“. Segundo Alan Viggiano, a maioria dos leitores brasileiros recusa o editorial porque ele é muito massudo; destina-se a uma determinada classe de leitores; não é valorizado (problema gráfico); e, geralmente, o tema abordado não diz respeito ao universo específico do público (massa).</p>
<p>No rádio e na televisão, a presença do editorial é episódica. Quase sempre ocorre em momentos de crise, de conturbação social, quando as emissoras se sentem compelidas a dizer o que pensam sobre os acontecimentos.</p>


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		</item>
		<item>
		<title>O uso da retórica para o discurso persuasivo</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/o-uso-da-retorica-para-o-discurso-persuasivo</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 04:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[retórica]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior procura por artigos no meu blog, vindos da busca do Google, é sobre jornalismo opinativo e como escrever artigos de opinião. Tendo em vista essa necessidade de informação, procurei em meu arquivo pessoal e em livros da faculdade alguns referenciais teóricos para compreender melhor esse universo. Em sua obra “Arte retórica”, Aristóteles revela [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior procura por artigos no meu blog, vindos da busca do Google, é sobre jornalismo opinativo e como escrever artigos de opinião. Tendo em vista essa necessidade de informação, procurei em meu arquivo pessoal e em livros da faculdade alguns referenciais teóricos para compreender melhor esse universo.</p>
<p>Em sua obra<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/7139/arte+retorica+e+arte+poetica" target="_blank"><strong> “Arte retórica”</strong></a>, Aristóteles revela quais são as regras gerais a serem aplicadas nos discursos persuasivos. Para tanto, um dos mecanismos mais óbvios indicados pelo autor é aquele que fixa a estrutura do texto em quatro instâncias sequenciais e integradas: o exórdio, a narração, as provas e a peroração.</p>
<p><span id="more-592"></span></p>
<ul>
<li> Exórdio: é o começo do discurso, a introdução. Esta fase é importante porque visa assegurar a fidelidade dos leitores;</li>
<li>Narração: é propriamente o assunto, onde os fatos são arrolados, os eventos indicados. É propriamente a argumentação, na qual se diz tudo aquilo que ilustra o assunto;</li>
<li>Provas: Se o discurso é persuasivo, é fundamental comprovar aquilo que se está dizendo. Serão os elementos sustentadores da argumentação;</li>
<li>Peroração: é a conclusão, a última oportunidade para se assegurar a fidelidade do receptor, portanto, mais um importante momento do texto.</li>
</ul>
<p>Além de colocar as informações nessa ordem – conhecida popularmente no Ensino Médio como sistema IDC (Introdução, Desenvolvimento e Conclusão) -, é preciso estar atento a como queremos mostrar a nossa opinião diante de um fato.</p>
<p>A comunicação e a compreensão das linguagens e, principalmente, da língua se dá a partir da atribuição de significados ao discurso e da compreensão dos distintos enunciados apresentados e relacionados, como explica Oswald Ducrot (1987).</p>
<p>Ducrot procura analisar e explicar esta diferença propondo as noções de componente lingüístico, em que relaciona o posto (o que se disse e está explicitamente expresso no texto), o pressuposto (saber partilhado, informação implícita que está no posto) e o subentendido (o que se quis dizer, insinuações, mensagens indiretas).</p>
<p>Nas obras do autor, quando se apresenta a diferenciação entre pressupostos e subentendidos, os enunciados trazem como evidente a separação. O enunciado mais comum nesta apresentação, criado para que o leitor compreenda as categorizações, embora elas estejam desenquadradas de um contexto que interfere em sua significação, é “Jacques continua fumando&#8221;.</p>
<p>Ducrot destaca que, se continua fumando, pressupõe-se que Jacques fumava antigamente. Já o subentendido estaria relacionado ao sentido literal e, portando, diria respeito à afirmação de que ele fuma atualmente.</p>
<p>Conhecer essas facetas da língua portuguesa é de suma importância para quem quer realmente convencer alguém por meio da escrita.</p>


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		<title>Sete dicas para escrever um bom artigo de opinião</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 10:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[Stephen Kanitz]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana meu amigo e companheiro de trabalho, Dado Moura, me passou um texto muito interessante de Stephen Kanitz* sobre como escrever artigos e convencer as pessoas com a sua opinião. Tendo em vista que muita gente acessa este blog pesquisando sobre jornalismo opinativo achei pertinente compartilhar este documento com vocês também. Como afirma Kanitz, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana meu amigo e companheiro de trabalho, <a href="http://dadomoura.com/" target="_blank"><strong>Dado Moura</strong></a>, me passou um texto muito interessante de Stephen Kanitz* sobre como escrever artigos e convencer as pessoas com a sua opinião. Tendo em vista que muita gente acessa este blog pesquisando sobre jornalismo opinativo achei pertinente compartilhar este documento com vocês também.</p>
<p>Como afirma  Kanitz, “o segredo de um bom artigo não é talento, mas dedicação, persistência e manter-se ligado a algumas regras simples”. Cada colunista tem os seus padrões. Segue abaixo uma síntese das sete dicas deste grande escritor para argumentar bem:</p>
<p><span id="more-397"></span>1. Sempre escreva tendo uma nítida imagem da pessoa para quem está escrevendo. Imagine alguém com 16 anos de idade ou um pai de família. A maioria escreve pensando em todo mundo, querendo explicar tudo a todos ao mesmo tempo. Ter uma imagem do leitor ajuda a lembrar que não dá para escrever para todos no mesmo artigo. Você vai ter que escolher o seu público alvo de cada vez, e escrever quantos artigos forem necessários para convencer todos os grupos.</p>
<p>2. Há muitos escritores que escrevem para afagar os seus próprios egos e mostrar para o público quão inteligentes são. Querer se mostrar é sempre uma tentação, mas, tendo uma nítida imagem para quem você está escrevendo, ajuda a manter o bom senso e a humildade. Querer se exibir nem fica bem. Resumindo, não caia nessa tentação, leitores odeiam ser chamados de burros. Leitores querem sair da leitura mais inteligentes do que antes, querem entender o que você quis dizer.</p>
<p>3. Releia e rescreva os seus artigos quantas vezes forem necessárias. Ninguém tem coragem de cortar tudo o que tem de ser cortado numa única passada. Parece tudo tão perfeito, tudo tão essencial. Por isto, os cortes são feitos aos poucos.</p>
<p>4. Você normalmente quer convencer alguém que tem uma convicção contrária à sua. Se você quer mudar o mundo terá que começar convencendo os conservadores a mudar. Dezenas de jornalistas e colunistas desperdiçam as suas vidas ao serem tão sectários e ideológicos que acabam sendo lidos somente pelos já convertidos. Não vão acabar nem mudando o bairro, somente semeando ódio e cizânia.</p>
<p>5. Cada ideia tem de ser repetida duas ou mais vezes. Na primeira vez você explica de um jeito, na segunda você explica de outro. Informação é redundância. Você tem que dar mais informação do que o estritamente necessário.</p>
<p>6. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Se ele chegar à mesma conclusão, você terá um aliado. Se você apresentar a sua conclusão, terá um desconfiado. Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes e parar por aí. Se o leitor for esperto, ele fará o passo seguinte, chegará à terrível conclusão por si só e se sentirá um gênio.</p>
<p>7. É preciso ser conciso, direto e achar soluções mais curtas. Escreva um texto de quatro páginas, depois, reduza a duas e, mais adiante, a uma. Assim, você aprende a tirar as “linguiças” e redundâncias.</p>
<p><a href="http://recantodasletras.uol.com.br/forum/index.php?topic=4697.0" target="_blank"><strong>:: Leia o artigo na íntegra</strong></a></p>
<p>* Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Atualmente, é articulista da Revista Veja ; e criador e organizador do Prêmio Bem Eficiente.<br />
<strong><br />
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