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	<title>Ariane Fonseca - Jornalismo, Notícias e Opinião &#187; comentário</title>
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	<description>Artigos sobre jornalismo, atuação da mídia, notícias e opinião</description>
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		<title>Coluna, o espaço do furo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 10:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Acadêmico]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos posts, tendo em vista a busca pelo resumo do livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo, no meu blog eu apresentei uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo e resenha ou crítica. Para concluir essa síntese, hoje vamos falar sobre a coluna. A caracterização [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos posts, tendo em vista a busca pelo resumo do livro <a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong>“Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”</strong></a>, de José Marques de Melo, no meu blog eu apresentei uma síntese sobre os gêneros jornalísticos <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>editorial</strong></a>, <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank"><strong>comentário</strong></a>, <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/afinal-o-que-e-um-artigo" target="_blank"><strong>artigo</strong></a> e <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/resenha-genero-destinado-a-orientar-na-escolha-de-produtos-culturais" target="_blank"><strong>resenha ou crítica</strong></a>.</p>
<p>Para concluir essa síntese, hoje vamos falar sobre a coluna. A caracterização do colunismo na imprensa brasileira dá margem a ambigüidades. Há uma tendência geral para chamar de coluna toda seção fixa. De acordo com Rabaça e Barbosa, a natureza ambígua da coluna enquanto gênero jornalístico afigura-se como espaço de entrecruzamento de várias formas de expressão noticiosa.</p>
<p><span id="more-640"></span>Segundo eles, a coluna é “a seção especializada de jornal ou revista, publicada com regularidade, geralmente assinada, e redigida em estilo mais livre e pessoal do que o noticiário comum. Compõe-se de notas, sueltos, crônicas, artigos ou textos-legendas, podendo adotar, lado a lado, várias dessas formas. As colunas mantêm um título ou cabeçalho constante, e são diagramadas geralmente numa posição fixa e sempre na mesma página o que facilita a sua localização imediata pelos leitores” – pág. 140.</p>
<p>A coluna cumpre hoje uma função que foi peculiar ao jornalismo impresso antes do aparecimento do rádio e da televisão: o furo. Procura trazer fatos, idéias e julgamentos em primeira mão. Ela surgiu na imprensa norte-americana, em meados do século XIX, quando os jornais deixaram de ser doutrinários e adquiriram feição informativa.</p>
<p>Assim sendo, o público começou a desejar matérias que escapassem do anonimato redatorial e tivessem personalidades. No Brasil, o colunismo floresce na década de 50. Ibrahin Sued foi a figura que dinamizou o colunismo brasileiro mostrando a importância de seu conteúdo.</p>
<p>Inicialmente, o colunismo restringia-se a assuntos relacionados com os ambientes da alta sociedade, hoje se alastra para todas as áreas cobertas pelos jornais diários. Os tipos de coluna mais comuns na imprensa brasileira são: social, política, econômica, policial, esportiva, de livros, cinema, televisão e música.</p>
<p>Tendo como berço o jornalismo norte-americano, a coluna aparece, segundo Fraser Bond, por quatro tipos: a) coluna padrão (dedicada aos assuntos editorias de menor importância); b) coluna miscelânea (não se prende a nenhum assunto, incluindo uma grande variedade de temas e atribuindo uma certa dose de humor e sarcasmo aos assuntos tratados); c) coluna de mexericos (centralizada em pessoas, principalmente da alta sociedade); e d) coluna sobre bastidores da política (situa o leitor no mundo do poder, mostrando-o na sua intimidade). Além desses tipos, Bond faz referência a coluna editorial assinada (no Brasil, chamada de comunitária) e coluna dos leitores.</p>
<p>Pela própria natureza das mensagens que circula – rumores, instituições, projeções – a coluna não se presta à rapidez dos veículos eletrônicos, que exigem precisão nos fatos divulgados. Por isso, o colunismo permanece restrito aos veículos impressos.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank">:: Jornalismo opinativo</a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank">:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</a></strong><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank"><strong>:: Comentário, o algo a mais das notícias informativas</strong></a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/afinal-o-que-e-um-artigo" target="_blank"><strong>:: Afinal, o que é um artigo?<br />
</strong></a><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/resenha-genero-destinado-a-orientar-na-escolha-de-produtos-culturais" target="_blank"><strong>:: Resenha, gênero destinado a orientar na escolha de produtos culturais</strong></a></p>


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		<title>Afinal, o que é um artigo?</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/afinal-o-que-e-um-artigo</link>
		<comments>http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/afinal-o-que-e-um-artigo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com base no livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo, essa semana estou apresentando uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. Na segunda-feira falei um pouco sobre o editorial, na quarta-feira sobre o comentário e, hoje, falaremos a respeito do artigo, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base no livro<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong> “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”</strong></a>, de José Marques de Melo, essa semana estou apresentando uma síntese sobre os gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna.</p>
<p>Na segunda-feira falei um pouco sobre o <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>editorial</strong></a>, na quarta-feira sobre o <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank"><strong>comentário</strong></a> e, hoje, falaremos a respeito do artigo, que possui duas significações. O senso comum atribui-lhe o sentido de matéria publicada em jornal ou revista, não importando a natureza. As instituições jornalísticas, entretanto, identificam o artigo como um gênero específico, uma forma de expressão verbal.</p>
<p><span id="more-630"></span>Para Martín Vivaldi, o artigo é um “escrito, de conteúdo amplo e variado, de forma diversa, na qual se interpreta, julga ou explica um fato ou uma idéia atual, de especial transcendência, segundo a conveniência do articulista”.</p>
<p>Nesse conceito de Vivaldi, dois elementos são específicos ao artigo jornalístico: atualidade (liberdade de conteúdo e de forma ao articulista, mas ele deve tratar de fato ou idéia da atualidade; não se restringe ao cotidiano, mas ao momento histórico vivido) e opinião (significação maior do gênero, ou seja, ponto de vista que alguém expõe. Avaliação deve apresentar-se claramente).</p>
<p>Do ponto de vista formal, identificamos duas espécies de artigos: o artigo (propriamente dito) e o ensaio. A diferença entre ambos não reside apenas na extensão, mas também no tratamento dado ao tema e a argumentação utilizada.</p>
<p>Quanto à finalidade, o artigo toma duas feições: doutrinário (destina-se a analisar uma questão da atualidade, sugerindo ao público uma determinada maneira de vê-la ou de julgá-la) ou científico (destina-se a tornar público o avanço da ciência, repartindo com os leitores novos conhecimentos, novos conceitos).</p>
<p>De acordo com José Marques de Melo, cada espécie de artigo tem suas próprias características redacionais. Não há um padrão uniforme para sua concepção, depende da natureza do veículo em que se publica.</p>
<p>“Sendo colaboração espontânea ou solicitação nem sempre remunerada, o artigo confere liberdade completa ao seu autor. Trata-se de liberdade em relação ao tema, ao juízo de valor emitido, e também em relação ao modo de expressão verbal” – pag. 125.</p>
<p>Quem escreve artigos no jornalismo brasileiro tanto pode ser um jornalista, pertencente aos quadros regulares da instituição noticiosa, quanto um colaborador – escritor, professor, pesquisador, político, profissional liberal – convidado a escrever sobre assunto da sua competência.</p>
<p>O artigo é um gênero jornalístico peculiar à imprensa. Sua expressão não ocorre no rádio e na televisão, pela natureza abstrata que possui. Nos veículos audiovisuais, o papel que cumpre a intelectualidade através dos artigos de jornal é suprida por intermédio da entrevista.</p>
<p>Para Luiz Beltrão, o artigo publicado na imprensa tem mais potencialidades para vir a ser considerado uma produção literária. “Articulistas e cronistas são autênticos literatos, e, não tendo, como o profissional do dia-a-dia, de submeter-se á maior pressão do tempo reduzido da produção diária, podem burilar suas matérias não raro tornando-as antológicas e conferindo-lhes aquela perenidade que constitui exceção no exercício da atividade jornalística” – pág. 129.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank"><strong>:: Jornalismo opinativo</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank">:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</a><br />
<a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/comentario-o-algo-a-mais-das-noticias-informativas" target="_blank">:: Comentário, o algo a mais das notícias informativas</a></strong></p>


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		<title>Comentário, o algo a mais das notícias informativas</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como eu expliquei no post anterior, essa semana vou apresentar um resumo dos gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. A síntese é com base no livro “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”, de José Marques de Melo. O assunto de hoje é o comentário, gênero recentemente introduzido no Brasil, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu expliquei no <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>post anterior</strong></a>, essa semana vou apresentar um resumo dos gêneros jornalísticos editorial, comentário, artigo, resenha ou crítica e coluna. A síntese é com base no livro<a href="http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/manchetes_003.htm" target="_blank"><strong> “Jornalismo Opinativo – Gêneros Opinativos no Jornalismo Brasileiro”</strong></a>, de José Marques de Melo.</p>
<p>O assunto de hoje é o comentário, gênero recentemente introduzido no Brasil, que atendeu a uma exigência da mutação jornalística que se processou por meio da rapidez na divulgação das notícias (rádio e televisão).</p>
<p><span id="more-624"></span>Suas avaliações são buscadas porque o cidadão sente-se desejoso de saber um pouco mais sobre determinado assunto e quer orientar-se sobre o desenrolar das ocorrências. Para Martínez Albertos, o comentário é um “editorial assinado”. Eugênio Castelli o identifica como gênero intermediário entre o editorial e a crônica, porque utiliza o método expositivo do editorial, mas introduz a ironia e o humor da crônica.</p>
<p>Na verdade, segundo José Marques de Melo, trata-se de um gênero que mantém vinculação estreita com a atualidade, sendo produzido em cima dos fatos que estão ocorrendo. Vem junto com a própria notícia.</p>
<p>O comentário surgiu como tentativa de quebrar o monopólio opinativo do editorial. Esse monopólio era conseqüência da unidade ideológica que possui o jornalismo pré-industrial. Mas, quando as instituições jornalísticas tomam caráter mercantil, seus dirigentes deparam-se com a inevitabilidade das concessões sociais.</p>
<p>A ótica utilizada não é necessariamente a da empresa. Abre-se oportunidade para que o jornalista competente possa emitir suas próprias opiniões, responsabilizando-se, naturalmente, por elas.</p>
<p>O comentarista é, geralmente, um jornalista com grande experiência e tirocínio, que acompanha os fatos não apenas na sua aparência, mas possui dados sempre disponíveis ao cidadão comum. Trata-se de um observador privilegiado. Ele tem elementos para emitir opiniões e valores capazes de credibilidade. É um analista que aprecia os fatos e estabelece conexões. Nem sempre o comentarista emite uma opinião explícita. Seu julgamento é percebido pelo raciocínio que utiliza, pelos rumos da sua argumentação.</p>
<p>O comentário ainda não teve seu diagnóstico feito com precisão no jornalismo brasileiro. Historicamente surge na década de 50 com destaque para o comentarista Assis Chateaubriand.</p>
<p>Mas, como comentar é uma atividade jornalística que não pode prescindir de liberdade, no duplo sentido de expressar pontos de vista e apreender o que ocorre no cenário dos acontecimentos, observa-se um declínio após o golpe de 1964: além da censura que se estabelece nos processos de difusão, com maior ou menor intensidade, verifica-se também o fechamento das fontes de informação. Apenas com a abertura política, especialmente nos anos de 1975 e 1976, o comentário reaparece com vigor.</p>
<p>Foi no rádio que o comentário encontrou sua maior expressão no jornalismo brasileiro contemporâneo. O seu segredo tem sido o de ampliar o seu universo temático, não se restringindo à política, economia e esportes, como ainda ocorre nos jornais, revistas e televisão; mas captando aquelas facetas da vida social que expressam as vicissitudes do cidadão comum.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/jornalismo-opinativo" target="_blank">:: Jornalismo opinativo<br />
</a></strong><a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/mundo-academico/editorial-a-voz-da-empresa-diante-dos-fatos" target="_blank"><strong>:: Editorial, a voz da empresa diante dos fatos</strong></a></p>


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