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De uns tempos para cá, uma série de medidas que propõe censura aos meios de comunicação foram criadas. A fim de barrá-las, o Centro de Referência sobre Liberdade de Expressão, parceria entre ESPM e Contar, produziram a campanha “Não deixe o monstro acordar”.
A última tentativa de tirar a liberdade de expressão da mídia foi o PNDH (Plano Nacional de Desenvolvimento Humano). O decreto do governo, datado do dia 21 de dezembro do ano passado (detalhe: na euforia das festas de fim de ano), prevê, entre uma série de absurdos, o controle da mídia.
O comercial, feito todo de desenho em quadrinhos, conta uma história de que há anos é guardado nas profundezas de um laboratório os piores monstros da humanidade. Numa sala separada, está o mais temido de todos, que é zelosamente vigiado (fazendo alusão à ditadura) para não acordar.
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Realidade Aumentada (RA) é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real.
Ronald Azuma
O primeiro experimento do que se tornaria mais adiante Realidade Aumentada aconteceu em 1962, quando Morton Heiling criou um simulador de motocicleta chamado de Sensorama – com efeitos visuais, sonoros, vibrações e cheiros. Em 66, Ivan Surtheland inventou capacetes para exibição de imagens, sugerindo uma janela para o mundo virtual. E, em 1990, Tom Caudell cunhou o termo RA de vez, enquanto ajudava trabalhadores a montar cabos de aeronaves.
E no jornalismo, como a Realidade Aumentada é usada? No Brasil, o exemplo mais legal de utilização desta tecnologia foi realizada pelo jornal O Estado de São Paulo. Na reportagem especial dos 120 anos da Torre Eiffel, o periódico disponibilizou um código impresso no jornal. Ao acessar a página interativa e ter uma webcam, bastava mostrar o símbolo do papel diante do vídeo para ver a torre mais famosa do mundo em 3D na tela do computador.
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