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	<title>Ariane Fonseca - Jornalismo, Notícias e Opinião &#187; notícia</title>
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	<description>Artigos sobre jornalismo, atuação da mídia, notícias e opinião</description>
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		<title>Liberdade de imprensa ou liberdade de empresa?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 10:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu adoro quando consigo intrigar as pessoas, fazer elas refletirem e questionarem sobre as realidades da sociedade. O meu artigo anterior, “Ver o mundo pelos olhos de uma criança”, rendeu um e-mail muito interessante, do internauta Juliano Santos, que me fez fazer esse post. No texto que me enviou, o jovem questionou sobre a liberdade [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu adoro quando consigo intrigar as pessoas, fazer elas refletirem e questionarem sobre as realidades da sociedade. O meu artigo anterior, <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/2009/07/veja-o-mundo-pelos-olhos-de-uma-crianca/" target="_blank"><strong>“Ver o mundo pelos olhos de uma criança”</strong></a>, rendeu um e-mail muito interessante, do internauta Juliano Santos, que me fez fazer esse post.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto que me enviou, o jovem questionou sobre a liberdade de imprensa e a liberdade de empresa, mostrando que nem sempre o repórter consegue mostrar a realidade como ela é ou fazer certas pautas porque os interesses políticos e econômicos da instituição não permitem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-564"></span>Segue na íntegra o e-mail do internauta:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Cara Ariane,</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fiquei comovido com as suas palavras no artigo “Ver o mundo pelos olhos de uma criança” e, realmente, o comercial é uma aula para nós que seremos futuros jornalistas desse país. Gostei muito do post, só que sinto uma dificuldade muito grande de colocar o conteúdo do mesmo em prática.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Eu ainda estudo, mas faço estágio e já consegui perceber a realidade das redações. Nem sempre conseguimos mostrar os fatos como eles são, pois os interesses do jornal não permitem. Por exemplo, não podemos falar sobre as corrupções da prefeitura porque ela banca o periódico.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Acredito que o repórter deve, sim, ter percepção para as “mazelas dessa sociedade capitalista”, como você citou no post, mas, antes disso, os donos das instituições jornalísticas precisam ter responsabilidade e ética”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Concordo plenamente com o Juliano. O jornalismo muitas vezes se torna uma atividade empresarial que tem como objetivo fabricar a notícia. O consagrado jornalista Clóvis Rossi já questionou várias vezes em suas obras sobre a liberdade de imprensa e a liberdade de empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente, de nada adianta o repórter ter boas intenções, ser dotado de ética, capacidade e responsabilidade se o veículo ao qual trabalha menospreza tudo isso por dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Há muita sujeira na mídia, e isso não tem como esconder porque está ai, estampado para quem quiser ver. Existe sensacionalismo, troca de favores, corrupção&#8230; Mas também tem empresas responsáveis e que realmente querem mostrar a realidade e levar os seus leitores à reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Como tudo neste mundo, há sempre as duas faces da moeda, o lado ruim e o bom. Cabe ao repórter decidir em qual desses lados quer trabalhar. Eu sei que isso é mais complexo do que parece, visto que todo mundo precisa de dinheiro para viver e não pode ficar recusando todas as oportunidades de trabalho que surgem, mas bom senso é sempre bem-vindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando os interesses da empresa não condizem nenhum um pouco com os valores do jornalista não adianta forçar porque certas coisas nunca mundam. Por outro lado, há instituições em que, aos poucos, você pode ir mostrando as suas ideias e conseguir fazer grandes matérias.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria ótimo se todos os meios de comunicação lutassem pelo mesmo objetivo: o de informar para transformar. Mas, enquanto isso não acontece, a gente vai fazendo a nossa parte, mesmo que ela seja pouca. O importante é o repórter nunca deixar o dinheiro ser maior que os seus valores. A ética deve vir sempre em primeiro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBS:</strong> Antes de fazer esse post, comuniquei o jovem que usaria o seu e-mail para debater mais sobre o assunto e ele concordou.</p>


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		<title>Veja o mundo pelos olhos de uma criança</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 10:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem diria a antropóloga Débora Leitão quando afirmou em um dos seus artigos que o olhar sensível é uma arte. A Globo está passando um comercial em sua grade, do ‘Criança Esperança’, que é uma verdadeira aula para nós jornalistas e fala justamente disso. As peças seguem o conceito “Veja o mundo pelos olhos de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem diria a antropóloga Débora Leitão quando afirmou em um dos seus artigos que o olhar sensível é uma arte. A Globo está passando um comercial em sua grade, do ‘Criança Esperança’, que é uma verdadeira aula para nós jornalistas e fala justamente disso.</p>
<p>As peças seguem o conceito “Veja o mundo pelos olhos de uma criança” e admitem que, muitas vezes, os adultos acostumados com a realidade acabam ficando insensíveis aos problemas de quem necessita muito de ajuda.</p>
<p><span id="more-562"></span>No filme “Fome&#8221;, um pai com o seu filho caminha pelas ruas de uma cidade até que o menino aponta para uma criança de rua e afirma: “Pai, ele quer comer!”. O adulto olha cismado para o local, mas não vê ninguém. O narrador, em off, explica: “Às vezes, o problema está tão presente no dia-a-dia, que a gente para de enxergar”.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo:</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1076765&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1076765&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1076765&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<p>Já discuti sobre a <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/2009/06/percepcao-jornalistica-eis-o-item-que-falta-nas-redacoes/" target="_blank"><strong>percepção jornalística</strong></a> aqui no blog, mas visto este gancho não pude deixar de ressaltar mais uma vez a importância dela na nossa profissão. Quantas vezes corremos tanto atrás de uma pauta, do furo do ano, mas deixamos de ver as mazelas dessa sociedade capitalista que está do nosso lado?</p>
<p>Quando vi esse vídeo achei que foi feito exatamente para nós, para todos os jornalistas. Como ponte entre a informação e o público, nós temos o dever de mostrar a realidade para tentar transformá-la.</p>
<p>Eu entrei para a faculdade acreditando fielmente na frase do jornalista Clóvis Rossi: “O jornalismo é a arte de informar para transformar”. Se nós cobrarmos, se mostrarmos essas mazelas da sociedade às autoridades, uma ora ou outra, eles acabam tomando uma medida.</p>
<p>Ou você acha que os políticos vão querer aparecer mal na mídia? Pode ter certeza que não. Infelizmente, nós não temos varinhas mágicas para resolver os problemas. Mas temos algo muito melhor e mais poderoso: o dom de fazer as pessoas refletirem por meio de nossas matérias.</p>
<p>Quanto mais a gente mostrar, mais incomodados ficarão as autoridades, logo, para parecer que são santos e que fazem muita coisa, eles vão tomar alguma atitude. O problema da humanidade, na minha opinião, é achar que a sua parte não vai fazer a diferença num todo.</p>
<p>Faz, sim, e pode acreditar nisso. Madre Tereza de Calcutá nos ensina: “O meu trabalho pode ser uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor”. Mãos a obra, colegas. Temos muitos problemas para mostrar!</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Já discuti sobre a percepção jornalística aqui no blog, mas visto este gancho não pude deixar de ressaltar mais uma vez a importância dela na nossa profissão.</div>


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		<title>Como utilizar a web para potencializar o meu trabalho?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 11:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que você usa a internet? Lê notícias? Pesquisa? Conversa? A web tem um grande potencial que vem sendo usado por muitos jovens por meio de blogs e comunidades de relacionamento. Ela tem a diversidade e agilidade de mostrar o que ele sabe fazer melhor: o trabalho. Confira hoje uma matéria que produzi, este mês, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que você usa a internet? Lê notícias? Pesquisa? Conversa? A web tem um grande potencial que vem sendo usado por muitos jovens por meio de blogs e comunidades de relacionamento. Ela tem a diversidade e agilidade de mostrar o que ele sabe fazer melhor: o trabalho.</p>
<p>Confira hoje uma matéria que produzi, este mês, para o <a href="http://informacaojor.blogspot.com/2009/04/1-edicao-de-2008-2.html" target="_blank"><strong> (In) formação</strong></a> &#8211; jornal laboratório da minha faculdade. Feita de maneira muito tecnológica, via Twitter, MSN e Orkut, a reportagem mostra como você pode utilizar a rede mundial de computadores para se dar bem. Leia:</p>
<p><strong>Entre bits e bytes<br />
</strong>Jovens descobrem na internet potencial para mostrar o seu trabalho</p>
<p><span id="more-360"></span>Bate-papo, amizade, namoro, pesquisa. A internet oferece aos jovens uma infinidade de conexões. De clique em clique, eles vão acumulando endereços, imagens e textos que se sucedem de forma ininterrupta. Mas não é somente entretenimento que a nova geração busca na web. Contrariando as estatísticas, há quem use a rede mundial de computadores para mostrar o que sabe de melhor: o seu trabalho.</p>
<p>O designer <a href="http://twitter.com/gserrano" target="_blank"><strong>Guilherme Serrano</strong></a>, de 22 anos, é um exemplo. O primeiro emprego do jovem, em 2004, foi fruto do seu site sobre tecnologia. “Durante a entrevista falei sobre minha página na web e, no mesmo momento, o entrevistador o acessou e gostou. Eu tinha 17 anos e não possuía currículo. Naquele momento eu vi como, por meio da internet, era fácil mostrar o que sabia”.</p>
<p>Hoje, Serrano passa mais de doze horas por dia no ciberespaço, no qual concilia as suas atividades do trabalho com a manutenção de um site colaborativo sobre design e tecnologia (www.andafter.org), seu portfólio online e também uma ferramenta para monetização de blogs. Além de participar de comunidades no Orkut sobre sua área de atuação e manter sua networking (rede de contatos) no Twitter, MSN e Gtalk.</p>
<p>“Expor os conhecimentos em redes sociais mostra que você tem interesse em aprender e que é uma pessoa informada na sua área. Isso conta pontos para qualquer um que pesquise mais sobre você na internet. Já consegui clientes e parcerias profissionais pelo Orkut e Twitter”, relata o jovem.</p>
<p>O estudante de webdesigner, <a href="http://twitter.com/yury_veiga" target="_blank"><strong>Yury Veiga</strong></a>, de 21 anos, também descobriu na rede uma aliada profissional. Ele administra, edita e escreve em três blogs; conversa com clientes; envia currículos e marca entrevistas de emprego pela web. Seu principal trabalho é com o blog Trocistas. “Invisto na internet porque ela é um meio de acesso mundial. É muito mais fácil do que qualquer outro tipo de veículo e o retorno financeiro é rápido também”.</p>
<p>Para o Analista de Novas Tecnologias, <a href="http://twitter.com/paulinhocn/" target="_blank"><strong>Paulo Moraes</strong></a>, qualquer ferramenta disponível na web pode ajudar o jovem na divulgação do seu trabalho, desde que ele seja objetivo e estrategista em seu foco. “A internet tem um potencial enorme, pois dá ao internauta a liberdade de expressão e a possibilidade de acessar um conteúdo, aderi-lo e fazer parte integrante dele. É o que chamamos de geração da colaboratividade onde todos têm espaço livre para apresentar seus talentos e qualificações profissionais”.</p>
<p>Mas esse cenário ainda não é explorado como pode no Brasil. Jovens como Guilherme e Yury ainda são raridades na rede. Segundo uma pesquisa da Revista Veja – divulgada na edição 2100, de 18 de fevereiro de 2009 – o jovem gasta, diariamente, 3 horas e 40 minutos navegando na internet fora do trabalho ou do ambiente escolar. Nesse período, mais de 80% do tempo é dedicado a entretenimento no Orkut e MSN.</p>
<p>A psicóloga Angelita de Souza acredita que a ferramenta ainda não é tão explorada pelos jovens no âmbito profissional porque eles buscam nela uma afirmação autônoma, um lugar onde exercitam critérios de amizade e onde buscam padrões de comportamento. “Jovens não costumam apreciar burocracias e intermediações e, na internet, seus desejos são acessados diretamente. A tecnologia parece ajudá-los a lidar com os dilemas típicos dessa faixa etária – identidade, personalidade, desejos e auto-expressão”, finaliza.</p>
<p><strong>Onde divulgar meu trabalho na web?</strong></p>
<p>Veja aqui algumas ferramentas gratuitas da internet que você pode utilizar para divulgar o seu trabalho:</p>
<p><strong>Twitter</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com" target="_blank">www.twitter.com</a></p>
<p>Rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo textos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado.</p>
<p><strong>Blogger</strong><br />
<a href="http://www.blogger.com" target="_blank">www.blogger.com</a></p>
<p>Ferramenta de publicação de blogs grátis do Google que permite aos usuários compartilhar seus pensamentos facilmente com o mundo. Basta se cadastrar e escolher um dos temas disponibilizados.</p>
<p><strong>Via6</strong><br />
<a href="http://www.via6.com" target="_blank">www.via6.com</a></p>
<p>Rede de conteúdo que conecta profissionais de todas as áreas. O objetivo é fazer com que a vida profissional dos usuários se aprimore adquirindo novos conhecimentos e informações, bem como aumentando sua rede de relacionamentos.</p>
<p><strong>Scribd</strong><br />
<a href="http://www.scribd.com" target="_blank">www.scribd.com</a></p>
<p>Serviço gratuito definido por alguns como uma espécie de &#8220;Youtube para documentos&#8221;. Atualmente o site hospeda, em várias comunidades, mais de 350.000 documentos como e-books, apresentações, ensaios, artigos acadêmicos, álbuns de fotos, trabalhos escolares, entre outros.</p>


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		<title>Bastidores da notícia</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 03:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[bastidores]]></category>
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		<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por trás dos telejornais que assistimos todos os dias, existe um mundo de informações, correria e produção que pouca gente imagina. O colega twitteiro* @jeduardo me indicou o vídeo dos melhores momentos do chat com a equipe do Jornal Hoje, em comemoração aos 38 anos do informativo das tardes globais. Achei importante compartilhá-lo com vocês [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por trás dos telejornais que assistimos todos os dias, existe um mundo de informações, correria e produção que pouca gente imagina. O colega twitteiro* <a href="http://twitter.com/jeduardo" target="_blank"><strong>@jeduardo</strong></a> me indicou o vídeo dos melhores momentos do chat com a equipe do Jornal Hoje, em comemoração aos 38 anos do informativo das tardes globais.</p>
<p>Achei importante compartilhá-lo com vocês porque o conteúdo é bem interessante, tanto para quem cursa Jornalismo e já conhece a realidade como para, e principalmente, quem nem imagina como se faz um telejornal.</p>
<p><span id="more-314"></span>Assista os melhores momentos:</p>
<p><object width="450" height="350" data="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1012841&amp;autoStart=false&amp;width=450&amp;height=350" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1012841&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /></object></p>
<p><strong>Obs: </strong>O termo twitteiro é usado para denominar as pessoas que utilizam o <a href="http://twitter.com" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a> &#8211; rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo textos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado.</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Diferentes maneiras de contar a mesma história</title>
		<link>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/diferentes-maneiras-de-contar-a-mesma-historia</link>
		<comments>http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/diferentes-maneiras-de-contar-a-mesma-historia#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 16:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já imaginou a história da Chapeuzinho Vermelho contada pelos mais diferentes veículos de comunicação? Confira como o Jornal Nacional, o Brasil Urgente, a revista Superinteressante, entre outros, noticiariam este conto tão conhecido.


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Semana passada, durante a aula de Português na faculdade, a professora trouxe um texto sobre a história da chapeuzinho vermelho contada pela imprensa. Você pode imaginar como este conto que conhecemos desde criancinhas pode ser noticiado nas principais revistas e jornais do Brasil hoje?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-50"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O conteúdo me deixou intrigada, pois pude perceber com mais convicção como o olhar do repórter e do veículo de comunicação conduz o leitor/ouvinte/telespectador/internauta a ver somente pelo ponto de vista que ele deseja acentuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, listei os que eu mais achei interessante. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JORNAL NACIONAL</strong><br />
(Willian Bonner): Boa noite. Uma menina de sete anos foi devorada por um lobo na noite de ontem.<br />
(Fátima Bernardes): Mas graças à atuação de um caçador não houve uma tragédia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BRASIL URGENTE</strong><br />
(Datena): Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia para a casa da vovozinha a pé e sozinha! Não tem transporte público? Não tem segurança? Onde estava o secretário de segurança e os engenheiros da CET? E ela ainda foi devorada viva. Sim, viva! Um lobo, um lobo safado, calhorda. Põe na tela esse animal! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo mau. Daqui a pouco eu volto nesse caso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REVISTA CLÁUDIA</strong><br />
Como chegar na casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REVISTA NOVA</strong><br />
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MARIE-CLAIRE</strong><br />
Na cama com um lobo e minha avó, relato de quem passou por essa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ISTOÉ</strong><br />
Gravações revelam que lobo foi assessor de José Dirceu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REVISTA VEJA</strong><br />
Lula sabia das intenções do lobo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FOLHA DE S. PAULO</strong><br />
Legenda da foto: &#8220;Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador&#8221;. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ESTADO DE S. PAULO</strong><br />
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O GLOBO</strong><br />
Petrobras apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ZERO HORA</strong><br />
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AGORA</strong><br />
Sangue e tragédia na casa da vovó</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REVISTA CARAS</strong><br />
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)<br />
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: &#8220;Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PLAYBOY</strong><br />
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)<br />
Veja o que só o lobo viu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REVISTA ISTO É</strong><br />
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SUPERINTERESSANTE</strong><br />
Lobo mau! mito ou verdade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DISCOVERY CHANNEL</strong><br />
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">A diversidade de veículos de comunicação é importante para que possamos ver um fato por pontos de vista diferentes. Mas até quando a linguagem que eles usam é benéfica para o receptor, que é a parte mais importante do processo comunicacional do jornalismo?</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns veículos exploram de tal maneira o fato que este se torna sensacionalista. Ou seja, eles manipulam a informação de modo incompleto ou parcial e apresentam essa informação num formato exagerado ou enganador. A exploração de notícias sensacionalistas em geral resulta em audiência, mas também pode gerar em mais sensacionalismo que de nada acrescenta na vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que pensa sobre este assunto?</p>


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