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Jornalistas e as redes sociais 0


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Ontem a empresa S2 Comunicação divulgou os dados de uma pesquisa inédita no Brasil, realizada entre junho e setembro deste ano, para traçar o perfil dos jornalistas nas redes sociais. O levantamento foi feito com profissionais dos principais veículos impresso e online, além de emissoras de TV e rádio de todo o território nacional.

Com o crescimento da internet e das novas tecnologias, é imprescindível que os jornalistas aprendam a trabalhar com as mídias sociais a fim de produzir e divulgar melhor a sua reportagem. Ferramentas como o Twitter, o Orkut e o Facebook podem se tornar aliados da informação, se usados de forma estratégica.

Abaixo, segue as estatísticas mais interessantes:

Reportagem com Auxílio do Computador? Pode!!! 4


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RAC é uma técnica que aprimora o uso de softwares para ajudar na pauta do dia-a-dia às grandes reportagens investigativas. Permite analisar grandes quantidades de informação em menos tempo. A técnica não substitui a reportagem tradicional, mas a complementa; sempre será preciso apurar, entrevistar, checar, ouvir o outro lado.

Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji)

Quem nunca utilizou o Google para fazer uma pesquisa na internet que atire a primeira pedra. O site de buscas mais visitado do mundo é uma ferramenta que pode – e deve – ser muito utilizada no trabalho de apuração de matérias.

A Reportagem com Auxílio do Computador (RAC) começou a ser usada em 1967, nos Estados Unidos, quando Philip Meyer, do Detroit Free Press, usou um computador mainframe para analisar uma pesquisa com moradores da cidade sobre os distúrbios ocorridos naquele verão em Detroit. Chegou ao Brasil em meados dos anos 90, com a internet comercial e os computadores pessoais. As primeiras matérias envolviam análise de bases de dados públicas, como as do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em planilhas eletrônicas. Em 1997, a Folha de S. Paulo começa a promover cursos periódicos de RAC para seus jornalistas.

Abaixo, segue algumas dicas de bancos de dados úteis para jornalistas:

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É melhor prevenir do que remediar! 4


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Se você pensa que no jornalismo não existe um manual de etiqueta para o repórter está muito enganado. Para não cometer gafes que podem se tornar fatos históricos, o profissional tem que ficar atento a algumas regrinhas básicas e exclusivas da área.

E olha que mesmo assim ele pode ser surpreendido! Se seguindo a risca os mandamentos da profissão, renomados jornalistas falham (e feio, diga-se de passagem!) imagina um pobre mortal desprevenido?

Abaixo, segue as três regrinhas que eu considero as mais importantes para evitar constrangimentos:

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