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Ontem a empresa S2 Comunicação divulgou os dados de uma pesquisa inédita no Brasil, realizada entre junho e setembro deste ano, para traçar o perfil dos jornalistas nas redes sociais. O levantamento foi feito com profissionais dos principais veÃculos impresso e online, além de emissoras de TV e rádio de todo o território nacional.
Com o crescimento da internet e das novas tecnologias, é imprescindÃvel que os jornalistas aprendam a trabalhar com as mÃdias sociais a fim de produzir e divulgar melhor a sua reportagem. Ferramentas como o Twitter, o Orkut e o Facebook podem se tornar aliados da informação, se usados de forma estratégica.
Abaixo, segue as estatÃsticas mais interessantes:

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Eu costumo dizer uma frase que é pura verdade na nossa profissão: jornalista, diferente do que muita gente pensa, não precisa saber de tudo. Mas é essencial que ele conheça quem saiba! A networking (rede de contatos) é fundamental na nossa área, pois a notÃcia é feita de fontes.
De acordo com o economista, professor e consultor de empresas, Paulo Nune, o termo networking tem origem na informática, tendo-se generalizado à estrutura de algumas organizações caracterizadas pela partilha de recursos e de conhecimentos entre pessoas localizadas em diversas partes do mundo.
Uma boa dica para guardar contatos importantes, apesar de parecer arcaica, é comprar uma agenda e ir anotando o nome, telefone, e-mail e profissão, não só de pessoas especializadas em alguma área, mas também de gente comum que tem muita história para contar. Eu tenho uma e posso garantir que é muito útil.
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